Logo do Planeta Roxo, clube do livro digital da BilbboLogo do Planeta Roxo, clube do livro digital da Bilbbo

Clube do livro digital de ficção científica e terror.

Logo do Planeta Roxo, clube do livro digital da BilbboLogo do Planeta Roxo, clube do livro digital da Bilbbo

Clube do livro digital de ficção científica e terror.

Steampunk
Terror
Afrofuturismo
Crônica
Romance
Suspense
Sci-Fi
Drama
Aventura

Confira as leituras de

Outubro de 2020

Tiny O Obscuro • Print&Play

Clássico

Fabrício Corradini

Tradução
Baixar
Download indisponível

O incidente de Guaraçu do Oeste

Conto
2019

Giovana Mazaro

Autor
Autora
Autor e Organizador
Autora e Organizadora
PDF
ePub
Download indisponível
Sobre

Horripilante 👻

Visite o Circo e sua Casa de Espelhos Medonha 🎪 e tenha muito cuidado ao se aventurar por porões em outra dimensão💀!

Baixe os eBooks
Lanterneiro

Tudo sobre os Originais e sobre o Resgate desse mês.

Fique por dentro dos bastidores do clube.

Em breve o Lanterneiro Exclusivo desses mês estará disponível aqui para você.
Conheça outros episódios
Lanterneiro Exclusivo
Outubro de 2020
0:00
0:00
Conteúdo

Muito mais conteúdo sobre o Planeta Roxo de

Outubro de 2020

Aqui na Bilbbo, o hub da literatura nacional.

#piadaruim
#autoresnacionais
#clubedolivro
#editorasindependentes
#ficçãocientífica
#terror
Leitura gratuita

Já leu tudo? Continue lendo nossas publicações gratuitas.

Todo mês disponibilizamos quatro contos gratuitos de gêneros variados. Comece lendo os deste mês.

Para ler agora
ver mais
Minis para ler agora
ver mais
Lançamento
Balanço
Terror

I.

Sempre tive o hábito de me sentar em minha cadeira de balanço, na minha varanda, e observar o mundo.
E todos que por ali passavam me cumprimentavam. "Bom dia", "Boa Tarde", "Boa noite", "Bênça, pai", "Bênça, vô".

II.

No vai e vem de minha cadeira, vi muitos chegando e mais ainda se despedindo.
Vi o mundo mudando. Me vi envelhecendo.
Hoje em dia, as pessoas não me cumprimentam mais. Ignoram-me. Viram o rosto.

III.

Esta geração é estranha, sem educação.
E assim passam esses hábitos para seus filhos.
Outro dia, escutei alguém dizer a uma criança inocente, que chegou perto de mim e da minha cadeira, palavras que ainda não entendi.

IV.

"Não chegue perto desta cadeira! Já falamos que ela é assombrada! Olha ali! Agora mesmo, o fantasma do falecido vovô deve estar se balançando nela!"

V.

O Sol
Sci-Fi

I.

"Mais uma vez o sol aparece para iluminar a terra. Sua luz atravessa
o espaço e nos guia em mais um dia, em mais uma rotina. Metrô completamente lotado, ônibus tombado, trânsito
em todas as avenidas.

II.

Esta mesma luz ilumina o caminho até o trabalho, e revela seu chefe estressado, pessoas com mau humor e mais trabalho.

Na hora do almoço? A luminância mostra o seu lanche rápido, seu fast food e sua dieta indo por água abaixo.

III.

De repente, mortes, estupros, roubos
em plena luz do dia. Ao entardecer, mais brutalidade, assassinatos, sequestros e omissão. A humanidade faz tudo nos holofotes do grande astro Sol.

IV.

Tenho pena do Sol e digo mais, se eu fosse ele, não voltaria nunca mais para iluminar a humanidade."

V.

Mesmo
Suspense

I.

“Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se no andar”.
Ele leu a placa e riu. “Que aviso inútil”.

Ao entrar, comentou esse pensamento com o ascensorista, que discordou dele.
- Você estaria certo, se o aviso fosse sobre o elevador.

II.

- É sobre o quê, então?
- Não sobre o quê, mas quem: Mesmerus, o espírito ceifador. Ou, como ficou conhecido, Mesmo.

O homem alcançou o seu crucifixo pendurado no pescoço. Riu para disfarçar o nervoso.

III.

- Ficaria com medo, se eu acreditasse nessas coisas.
- Ninguém precisa acreditar em nada, para algo ser real.

Silêncio.

O único som era o das engrenagens. Foi então que o homem percebeu que o seu andar não estava selecionado.

IV.

- Você não me perguntou para que andar eu vou.
- Não perguntei.
- Ué, mas tá descendo? Eu queria subir.
- Todos querem.

V.