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Clube do livro digital de ficção científica e terror.

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Junho de 2021

A Estrada de Ferro Celestial

Clássico
Nathaniel Hawthorne

Fabrício Corradini

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Realidade de Teseu

Conto
2020

Vitor Fernandes

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A ciborgue queimada e os motores harmoniosos

Conto
2020

Carol Façanha

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Sobre

Um incrível universo de Sci-fi

Nesse mës o Sci-fi dominou o cenário com um pitadinha de Steampunk, para conseguir ouvir as engrenagens e a fumaça rolando.

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Lanterneiro Exclusivo
Junho de 2021
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Junho de 2021

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Lançamento
Camila
Romance

I.

Deslizo a mão em seus cabelos grisalhos. Há tanta coisa para contar, sabe? Desde o dia que te conheci, quando de forma inusitada, te atropelei com a minha bike… 



II.

Nossa primeira dança no baile de formatura, nosso primeiro beijo lá na casa dos seus pais…

Depois disso, trabalhando, alugamos uma casinha e vivemos momentos maravilhosos; parecíamos duas crianças brincando sem nunca cansar.

III.

Sofri junto com você no nascimento do nosso primeiro filho, mas deu tudo certo. Aprendi, com muitos erros, a decifrar cada expressão e sentimentos teus. Não fomos para Paris ou Nova York, mas descobrimos muito do nosso Nordeste.

IV.

Hoje, por ironia do destino, você não se lembra mais de mim, nem dos nossos inúmeros momentos juntos.

V.

Mesmo assim, amanhã irei te contar tudo de novo, como se fosse a primeira vez.

Velhinho

I.

É chegado o Natal mais uma vez.

Todo ano a combinação das luzes e dos cheiros me faz lembrar a velha história do velhinho que entrava pela janela com um saco de presentes.

II.

Quando criança, tive certeza de ter encontrado o tal velhinho de roupa vermelha após a ceia de Natal, a memória é muito viva, lembro de seu rosto e dos seus passos dentro de casa.

III.

Me causa uma sensação no peito ao lembrar, de encontrá-lo ali parado e sorrindo, por trás da árvore de Natal, com a barba torta no rosto e um saco nas mãos.

O velho não era tão velho assim, 
e não eram presentes que ele deixava.

IV.

Na verdade, ele levava naquele saco,
presentes e crianças.

V.

Edgar
Suspense

I.

Oi. Meu nome é Edgar, e gosto dele, mas me chamam sempre de “seu coisinha”.

Será uma praga? Estou pensando em botar uma placa no peito, já que meu crachá não é suficiente.

II.

Na última sexta fiz hora extra. Não fui beber com o pessoal. Estava muito chateado. Senti que me convidaram por pena. Sou bem mais velho, mas um cara legal.

Participo de rateios, lembrancinhas, aniversários, ajudo os novatos... Contudo, não parece o bastante.

III.

Observo as fotos em seus celulares, mas nunca estou nelas.

Na segunda cheguei cedo, liguei o ar condicionado, a Xerox e até passei café. Achei que demonstrariam algum remorso, mas chegaram aos poucos sem sequer me dar um bom dia.

IV.

Reclamaram da sala fria, de um cheiro estranho no ar, e do café gelado. Povo ingrato! Irado, chutei umas cadeiras, mas acho que exagerei. Gritaram apavorados.

Frustrado, fui juntar minhas coisas e percebi alguém caído sobre minha mesa.

V.

Era eu, morto, desde o fim de semana e, como sempre, ignorado.