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Clube do livro digital de ficção científica e terror.

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Julho de 2021

O Defunto

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Thomaz Lopes

Fabrício Corradini

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Sobre

Muito Terror no mês de Julho

Nesse mês o Terror vai invadir seu mês de julho, e seus olhos não vão quere fechar após suas leituras.

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Julho de 2021
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Equívoco

I.

Um idoso entrou em uma livraria.

A vendedora solícita pergunta se pode ajudá-lo.

Ele falou:

- Preciso de uma revista que fale de câncer.

II.

- Esta doença sempre sensibiliza, mesmo sabendo que o tratamento é possível.

Ela olhou com piedade para o pobre homem, e providenciou uma cadeira e um copo com água para tornar a espera mais confortável.

III.

Após, folear todo o material da seção de saúde, desapontada, disse:

- Senhor, desculpa! Não tem nenhuma revista que fale sobre o câncer.

IV.

Decepcionado, ele se manifestou:

- Que pena! Sobre capricórnio, você teria alguma?

Ela, não contendo o espanto e risos, questionou:

V.

- O senhor quer uma revista de signos do zodíaco?

Sem entender o motivo de tanta graça, feliz, ele leu o horóscopo do dia e saiu assoviando entre os dentes entreabertos uma melodia.

Fábrica
Drama

I.

- Perdemos mais um. Na mineração.

- O quê?

- Perdemos mais um. Na fundição.

- Porra! na fundição ou na mineração?

II.

- Fundição e mineração... só um minuto...e mais quatro na explosão de uma caldeira. Acabou de acontecer.

- Merda! Esses putos querem acabar com minha empresa! com minha família! com o meu dinheiro! estão morrendo aos montes! isso é um absurdo! que gente incompetente! não duram mais que três meses! sempre morrendo!

III.

- O senhor deveria investir em robôs. São indestrutíveis...

- Você sabe quanto custa um robô? um absurdo! absurdo!

IV.

- Prefiro aproveitar o fato dos robôs terem acabado com direitos trabalhistas, trabalham por migalhas, não geram custo...

- Quantos morreram esse mês?

- Nessa unidade, 70.

V.

- Peça outra carga de imigrantes. 
E seja breve. Tempo é dinheiro.

Honra
Drama

I.

A fumaça subia pelo fino cano da minha pistola.O cheiro forte da pólvora queimava e aquecia meus pulmões.
Era amargo, mas ao mesmo tempo, saboroso. Fazendo meu amarelado sorriso surgir.

Eu tremia com a adrenalina, que aos poucos ia tomando conta do meu corpo.

II.

A cerveja escorria dos barris e dançava pelo chão da taverna, lentamente se misturando com o vermelho sangue dos corpos perfurados e já sem vida.

Quatro balas. Quatro homens ainda de pé. O nervosismo aumentava o sorriso.

III.

"Que se foda" - foi o pensamento que me fez levantar.

A primeira bala perfurou o ombro.
A segunda e a terceira rasgaram o peito. A quarta se perdeu em algum outro lugar.

IV.

Minhas quatro balas, no entanto, continuaram no tambor. Meu sangue se juntou também a cerveja, e a tremedeira enfim parou.
Mas o amarelado sorriso não saiu do meu rosto.

V.