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Julho de 2021

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Thomaz Lopes

Fabrício Corradini

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Muito Terror no mês de Julho

Nesse mês o Terror vai invadir seu mês de julho, e seus olhos não vão quere fechar após suas leituras.

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Julho de 2021
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Lançamento
Golpe
Terror

I.

A mãe da minha esposa tinha morrido há uma semana quando recebi a ligação no celular:
— Estamos com a sua sogra.
— Devem ser no Inferno, porque a desgraçada morreu!

II.

Desliguei o telefone, puto com aquilo. Já não bastasse incomodar com um golpe bobo como aquele de sequestro, ainda usava uma falecida?
Você vai se arrepender, veio um SMS logo depois. O finalzinho do número era 666. Ignorei aquilo, claro.

III.

Hoje, cinco anos depois que meu casamento acabou, ainda sou assombrado pelo fantasma da minha sogra. E, pelo que soube, não existe um até que a morte os separe para isso.

IV.

V.

O Autor
Drama

I.

Esta escrita e essas linhas, não são minhas! Teria eu tão mau gosto a ponto de copiar o enredo de um outro rosto? Seria assim tão descarado a ponto de usar um roteiro que já fora apresentado?

II.

Não! Não são mesmo minhas estas palavras confusas e ato criativo redundante, não sou assim tão categórico e simplório, para escrever algo tão sem alma e sem coração. No entanto há que se admitir que vendeu um milhão de cópias e talvez venda muito mais, mesmo sendo assim uma história tão fugaz e previsível.

III.

Seria o paladar do leitor tão pouco aprazível a ponto de fazer render este ensaio de livro!? No entanto há que se admitir que os jornais anunciam ser o próximo best seller.

IV.

Não gosto disso! Não é meu livro, mas por via das dúvidas deixarei em meu pseudônimo.

V.

2020

I.

Ela olha para o céu iluminado de fogos, em êxtase com o espetáculo, assim como as pessoas ao seu redor.

Aos poucos, seu olhar pende para o chão. As mordiscadas no lábio são de preocupação. O cenho franze.

II.

- Está tudo bem? - pergunto.

- Só estou pensando! - responde.

- É claro que está. O estresse de fim

de ano e tantas outras coisas que se acumularam, acabam com qualquer ideia "paz" que a época tenta propagar.

III.

-É medo! Bobagem! -justifica.

- Não é. Tudo que é novo amedronta. Tudo que tende a se repetir também. Mudanças são difíceis, e nunca estamos preparados.

-Venha cá! - eu a abraço.

IV.

- Independente do que vá acontecer, continue sendo gentil e batalhando. Não se esqueça que eu amo você, e estarei ao seu lado. 

Ela enxuga as lágrimas e volta a olhar o céu.

V.

-Mantenha-se firme! Ok, Esperança?

-Ok, Ano Novo!