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Clube do livro digital de ficção científica e terror.

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Dezembro de 2020

O Caso Fylo Medusa

Clássico
Editora Diário Macabro.

Fabrício Corradini

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Os habitantes do Planeta Roxo

O nosso clube do livro digital está macabro no mês de dezembro! Cuidado com cultos neste Natal e de aquele abraço no seu irmão de uma dimensão paralela com os dois contos exclusivos desse mês.

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Dezembro de 2020
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Ex
Terror

I.

Ele me chamou para tomar um café, estranhei, pois, do jeito que terminamos nosso relacionamento ele me ameaçou de morte. Aceitei o convite, porque ele me disse que havia mudado e afinal, era o homem que eu mais amei em toda minha vida.

II.

Tomamos um belo café, conversamos sobre o passado, relembramos algumas coisas. Ao terminar de tomar meu café, reparo que no fundo da xícara havia algo.

III.

Era uma mensagem e estava escrito:
-Olá querida, você acabou de ser envenenada.

Não tive forças para pronunciar, logo me faltou ar e eu comecei a me afogar.

IV.

V.

Bete
Drama

I.

Encantada com os cheiros, sons, movimentos, cores, formas e sabores; perdeu-se de sua família.

Pôs-se a perguntar aos transeuntes sobre o paradeiro dela. Apenas sorriam e lhe afagavam. Não entendiam a sua língua.

II.

Depois de certo tempo, andar sem a família torna tudo muito ruim: os cheiros, sons, sabores e cores não se comparavam aos de sua casa. Queria voltar e não sabia como. Pôs-se a chorar uma angústia compungente.

III.

Uma transeunte pequena, de olhos fagueiros cor de mel, tomou-lhe nos braços e, parecendo entender seu idioma, lhe acolheu em um abraço:

— Não chore menina! O que você faz longe de sua mãezinha?! Vou chamar-lhe de Bete, ok?!

IV.

Um beijo canino (que os humanos chamam de lambida) foi o sim bem traduzido pela mãe humana com quem conviveu por quatorze anos.

V.

Edgar
Suspense

I.

Oi. Meu nome é Edgar, e gosto dele, mas me chamam sempre de “seu coisinha”.

Será uma praga? Estou pensando em botar uma placa no peito, já que meu crachá não é suficiente.

II.

Na última sexta fiz hora extra. Não fui beber com o pessoal. Estava muito chateado. Senti que me convidaram por pena. Sou bem mais velho, mas um cara legal.

Participo de rateios, lembrancinhas, aniversários, ajudo os novatos... Contudo, não parece o bastante.

III.

Observo as fotos em seus celulares, mas nunca estou nelas.

Na segunda cheguei cedo, liguei o ar condicionado, a Xerox e até passei café. Achei que demonstrariam algum remorso, mas chegaram aos poucos sem sequer me dar um bom dia.

IV.

Reclamaram da sala fria, de um cheiro estranho no ar, e do café gelado. Povo ingrato! Irado, chutei umas cadeiras, mas acho que exagerei. Gritaram apavorados.

Frustrado, fui juntar minhas coisas e percebi alguém caído sobre minha mesa.

V.

Era eu, morto, desde o fim de semana e, como sempre, ignorado.