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Um mês com muito Sci-fi

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Lançamento
Golpe
Terror

I.

A mãe da minha esposa tinha morrido há uma semana quando recebi a ligação no celular:
— Estamos com a sua sogra.
— Devem ser no Inferno, porque a desgraçada morreu!

II.

Desliguei o telefone, puto com aquilo. Já não bastasse incomodar com um golpe bobo como aquele de sequestro, ainda usava uma falecida?
Você vai se arrepender, veio um SMS logo depois. O finalzinho do número era 666. Ignorei aquilo, claro.

III.

Hoje, cinco anos depois que meu casamento acabou, ainda sou assombrado pelo fantasma da minha sogra. E, pelo que soube, não existe um até que a morte os separe para isso.

IV.

V.

Batidas
Suspense

I.

Uma, duas, três batidas fortes. Ninguém veio.

Uma, duas, três, dessa vez quatro batidas fortes. Ninguém veio. Eu gritei... Mas ninguém veio.

II.

Até que senti algo batendo na madeira. Será que finalmente vieram?

Mas era apenas a terra que jogavam sobre o caixão.

III.

IV.

V.

Isolamento
Suspense

I.

Ruas vazias. Comércio local fechado. Silêncio.

Mesmo sendo mais recluso, não estava preparado para aquele isolamento.

Recorria ao celular, mas as notícias e opiniões divergiam, e não havia nenhuma mensagem significante.

II.

Não era “frescura”: de livros e séries, ele estava muito bem, os exercícios latejavam seus músculos e a casa estava tão limpa que virou compulsão.

Aqueles dias já estavam afetando seu psicológico cada vez mais.

III.

Cadê os vizinhos? As crianças?
Cadê todo mundo? A ansiedade bateu.
Estaria ficando…?

TOC-TOC.

Rapidamente, abriu a porta.

IV.

- Oi, Ivã. Desculpe vir assim sem avisar, mas... sabe como é? Esse isolamento está me deixando meio maluca...

- Que bom que veio! Entre, Bianca! Quer fazer alguma coisa?

-Conversar!....E um café, também.

V.