A Escrivã

Glória acordava cedo todas as manhãs. Era sempre uma das primeiras a chegar ao tribunal. Vestia seu belo vestido azul, de mangas longa com babados curtos em seus punhos.

Olhou para a sala do tribunal, totalmente vazia. Limpou sua cadeira com as mão, sentou e estalou os dedos. Mal podia esperar por todos os discursos que iria transcrever hoje.