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Giovana Mazaro

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Ajudante
Fantasia

I.

Ouviu pequenos passos se aproximando e mesmo tendo apanhado, Rancor estava pronto para outra briga.

-Apareça logo de uma vez!

Uma ratinha branca surgiu, despertando uma vaga familiaridade.

II.

-Não é perigoso uma ratinha ficar por aí nessa hora da noite?

-Não me importo.

Abocanhou o cadeado e começou a trabalhar com destreza.

III.

-De onde você surgiu, algodãozinho?

O cadeado abriu, depois foi a focinheira. Estava livre.

-Você salvou minha mãe de ser morta há um mês, e agora estou salvando você, Rancor.

IV.

Passou a pata pela cicatriz do focinho.

- Como poderia esquecer? Agradeceu.

-E não é algodãozinho, Luluzinho. Minha graça é Ricota.

V.

Seguiu sua nova ajudante para fora do canil. Naqueles tempos era bom ter alguém com quem contar, mesmo sendo Rancor, o vira-lata caramelo.

Término
Suspense

I.

-Você me ama? -ele perguntou, segurando sua mão com força,para que lhe desse atenção.

-Oi?

-Caramba, Ana! É tão difícil falar essas palavras? É tão difícil você demonstrar algum tipo de afeto?

II.

Ana estava chocada.

-Tanto tempo me dedicando a você, me entregando a você, cuidando de tudo por você, e o que eu ganhei? Hãn?

-Theo, olha…

III.

Theo perdeu a paciência. Apertou sua mão com mais força. Prevendo o caminho que ele tomaria, Ana tentou se soltar.

-Nada! Sempre me sugando, e nada!!!

-Não, Theo, por favor!

-Sinto muito!

IV.

Com a mão livre, pegou a estaca e afundou sua ponta no peito de Ana, que transformou-se numa criatura grotesca, e depois em pó, que foi levado por um vento anormal.

Era melhor passar uma vida mortal sozinho, do que viver uma eternidade com alguém que não correspondia ao seu amor.

V.

Isolamento
Suspense

I.

Ruas vazias. Comércio local fechado. Silêncio.

Mesmo sendo mais recluso, não estava preparado para aquele isolamento.

Recorria ao celular, mas as notícias e opiniões divergiam, e não havia nenhuma mensagem significante.

II.

Não era “frescura”: de livros e séries, ele estava muito bem, os exercícios latejavam seus músculos e a casa estava tão limpa que virou compulsão.

Aqueles dias já estavam afetando seu psicológico cada vez mais.

III.

Cadê os vizinhos? As crianças?
Cadê todo mundo? A ansiedade bateu.
Estaria ficando…?

TOC-TOC.

Rapidamente, abriu a porta.

IV.

- Oi, Ivã. Desculpe vir assim sem avisar, mas... sabe como é? Esse isolamento está me deixando meio maluca...

- Que bom que veio! Entre, Bianca! Quer fazer alguma coisa?

-Conversar!....E um café, também.

V.

Alguns autores são um tanto misteriosos... 💜

Acredito que cada um tenha pelo menos uma história, em qualquer formato, para contar. E quando você passa a contá-la, coisas maravilhosas podem acontecer.

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