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Bilbbo

Imaginar é mais importante que saber, pois o conhecimento é limitado enquanto a imaginação abraça o universo.

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Conquistas Literárias, o evento de premiações para a literatura nacional e independente da Bilbbo.
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Golpe
Terror

I.

A mãe da minha esposa tinha morrido há uma semana quando recebi a ligação no celular:
— Estamos com a sua sogra.
— Devem ser no Inferno, porque a desgraçada morreu!

II.

Desliguei o telefone, puto com aquilo. Já não bastasse incomodar com um golpe bobo como aquele de sequestro, ainda usava uma falecida?
Você vai se arrepender, veio um SMS logo depois. O finalzinho do número era 666. Ignorei aquilo, claro.

III.

Hoje, cinco anos depois que meu casamento acabou, ainda sou assombrado pelo fantasma da minha sogra. E, pelo que soube, não existe um até que a morte os separe para isso.

IV.

V.

Balanço
Terror

I.

Sempre tive o hábito de me sentar em minha cadeira de balanço, na minha varanda, e observar o mundo.
E todos que por ali passavam me cumprimentavam. "Bom dia", "Boa Tarde", "Boa noite", "Bênça, pai", "Bênça, vô".

II.

No vai e vem de minha cadeira, vi muitos chegando e mais ainda se despedindo.
Vi o mundo mudando. Me vi envelhecendo.
Hoje em dia, as pessoas não me cumprimentam mais. Ignoram-me. Viram o rosto.

III.

Esta geração é estranha, sem educação.
E assim passam esses hábitos para seus filhos.
Outro dia, escutei alguém dizer a uma criança inocente, que chegou perto de mim e da minha cadeira, palavras que ainda não entendi.

IV.

"Não chegue perto desta cadeira! Já falamos que ela é assombrada! Olha ali! Agora mesmo, o fantasma do falecido vovô deve estar se balançando nela!"

V.

O Roubo
Drama

I.

Senti quando me apalparam os bolsos, e sem saber quem era, virei-me bruscamente, buscando em alguma direção encontrar o responsável, que me subtraíra o ouro e a prata. Em vão, não encontrei sequer resquícios, mas além disso, alguns pelos brancos se sobressaíram em meio ao emaranhado de minha barba e cabelos.

II.

“- Ladrão!” – assim bradei.
Os guardas logo se prontificaram a buscar pelo meliante, mas também sem sucesso, quando então senti tocar-me novamente, e logo um punhado de conhecidos, amigos e familiares, desapareceram. Seria um sequestrador? Pensei comigo.

III.

Mas antes que entendesse tudo que se passava, fui tomado pelo cansaço e enfraquecido, roubaram-me também a vitalidade.
Por fim, caída ao chão, notei uma velha ampulheta e logo compreendi, o ladrão era o tempo.

IV.

V.

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Alguns autores são um tanto misteriosos... 💜

Uma história Bilbbo

Não aconteceu há muito tempo, nem mesmo em um lugar distante, mas isso não significa que não foi um evento importante.O ano é 2015 e existe um pequeno grupo que discute maneiras de mudar o mundo. Foi neste ano que uma mínima ideia, que viria a ser chamada de Bilbbo, nasceu.Dois anos se passaram e um dos integrantes, Gabriel Macedo, foi em busca do conhecimento dos anciãos. Na busca ele se aliou a duas pessoas peculiares, Allyson Kovacs e Victor Marchi. Até então, ele não havia conhecido alguém que cantasse em uma banda, fosse gamer, publicitária, ávida leitora, mestre de RPG e ruiva ao mesmo tempo como Allyson. Nem mesmo alguém tão incógnito quanto Victor, que colocava inesperadas falas como “Preciso ir, tenho um ônibus clandestino para pegar.” entre as conversas.Os três tinham uma queda pelo desconhecido, por criaturas mágicas, questões a respeito do universo e todo tipo de ficção científica, foi então que histórias e uma premissa de escrevê-las de forma compartilhada apareceram.

Entretanto, nenhum deles tinha uma grande experiência com a escrita. Pela estrada na qual caminhavam, por obra dos deuses, encontraram um escritor que acabará de começar a sua jornada pelas bandas de “literária” e que foi responsável por abrir a mente daqueles que se aventuravam.Ele os levou pelo mundo em que vivia, passaram pelas montanhas de “Vangloriar” e pelos vales obscuros de “Gaveto”. Ter contato com escritores de verdade proporcionou a eles uma visão totalmente diferente em relação à jornada que cada um deles trilhava. Muitos escritores com histórias muito semelhantes e dentre seus muitos anseios se achava a vontade de conhecer e se relacionar verdadeiramente com seus ávidos leitores. Continuando sua caminhando em direção ao conhecimento chegaram à cidade onde viviam leitores. Todos procuravam incessantemente por escritores e histórias dignas de serem lidas. Encontrar um bom contador de histórias não era uma tarefa fácil, procuravam noutras cidades e ouviam rumores sobre longínquos contadores que moravam depois das montanhas.Desta necessidade de conectar pessoas através de histórias, eu nasci.Uma dependência mutua, escritores criando narrativas incríveis permitindo aos leitores imaginarem-se dentro das histórias como um dos personagens e leitores entregando aos contadores de histórias o prazer de serem lidos, apreciados, ouvidos e avaliados.

Bilbbo & Co.

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