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Bilbbo

Imaginar é mais importante que saber, pois o conhecimento é limitado enquanto a imaginação abraça o universo.

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Conquistas Literárias, o evento de premiações para a literatura nacional e independente da Bilbbo.
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Café
Sci-Fi

I.

Chegou na calçada, me olhou, entregou a carta e saiu cantarolando, correndo pela rua. A menina parecia assustada.

Bem, quem é que entrega cartas hoje em dia? Abri o envelope.

II.

As letras mais bizarras que eu já vi... Pareciam códigos de computador, escritos com uma tinta escura e mal cheirosa.

Lembrei da água no fogo, voltei às pressas pra passar o café. Terminando, sentei no sofá e adormeci.

III.

A campainha tocou, me acordando. Tive que atender uma menina estranha no portão.

Abri a porta. Vento gelado e silêncio total. A criança me entregou um envelope e saiu.

IV.

Abri e li: "você está preso num loop".

Criança louca...Dei risada, voltei pra dentro pra terminar de passar o café...

V.

Salvação
Suspense

I.

Adão corria sempre até o fim daquela via inacabada. Gostava de fazê-lo durante à tarde, quando o pôr do sol refletia-se sob as águas da represa.

Também era um momento em que as pessoas iam menos lá. Ainda mais naquele inverno.

II.

Enquanto observava as nuvens tingidas de vermelho e roxo, como numa aquarela, notou alguém se debatendo nas águas da represa.


— Que droga! — disse, embora estivesse sozinho. Exceto pelo futuro afogado.

III.

Ninguém deveria entrar na represa, muito menos tentar nadar. Mas Adão ignorou aquilo.

Correu até a cerca, atravessou-a e mergulhou nas águas frias. Salvaria aquele idiota de si mesmo. Quando se aproximou, deparou-se com o rosto anfíbio.

IV.

Ninguém deveria entrar na represa, muito menos tentar nadar. Mas Adão ignorou aquilo.

Correu até a cerca, atravessou-a e mergulhou nas águas frias. Salvaria aquele idiota de si mesmo. Quando se aproximou, deparou-se com o rosto anfíbio.

V.

Festa
Suspense

I.

O homem saiu da festa para o jardim, meio bêbado. Precisava respirar um pouco. Atrás de si a música ainda tocava alta e as pessoas riam.

Foi somente quando se encostou na parede que notou que não estava sozinho. Uma mulher esguia estava lá, fumando cigarro.

II.

-Vim respirar um pouco.
Ela concordou, sem desviar os olhos da paisagem. Da penthouse dava para ver a cidade acesa e as estrelas.
-Como está lá dentro?
-Animado.
Ele se aproximou e a morena lhe ofereceu o cigarro. O homem aceitou e deu uma tragada.

III.

-Quando acha que vai acontecer?
Ela deu os ombros.
-É melhor não saber, eu acho.
-Verdade.
Ficaram em silêncio ao que uma risada alta e o barulho de algo se quebrando os fez rir.
Ele devolveu o cigarro.

IV.

Foi quando o céu começou a ficar vermelho e um vento quente os atingiu em cheio.
A mulher deu uma longa tragada e jogou a bituca no chão, apagando-a com a ponta do salto.
-Não deveria estar com a família?
-Eu não tenho ninguém.

V.

Ambos olharam um para o outro e se deram as mãos pouco antes do cometa atingir a Terra.
E a festa finalmente acabou.

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Alguns autores são um tanto misteriosos... 💜

Uma história Bilbbo

Não aconteceu há muito tempo, nem mesmo em um lugar distante, mas isso não significa que não foi um evento importante.O ano é 2015 e existe um pequeno grupo que discute maneiras de mudar o mundo. Foi neste ano que uma mínima ideia, que viria a ser chamada de Bilbbo, nasceu.Dois anos se passaram e um dos integrantes, Gabriel Macedo, foi em busca do conhecimento dos anciãos. Na busca ele se aliou a duas pessoas peculiares, Allyson Kovacs e Victor Marchi. Até então, ele não havia conhecido alguém que cantasse em uma banda, fosse gamer, publicitária, ávida leitora, mestre de RPG e ruiva ao mesmo tempo como Allyson. Nem mesmo alguém tão incógnito quanto Victor, que colocava inesperadas falas como “Preciso ir, tenho um ônibus clandestino para pegar.” entre as conversas.Os três tinham uma queda pelo desconhecido, por criaturas mágicas, questões a respeito do universo e todo tipo de ficção científica, foi então que histórias e uma premissa de escrevê-las de forma compartilhada apareceram.

Entretanto, nenhum deles tinha uma grande experiência com a escrita. Pela estrada na qual caminhavam, por obra dos deuses, encontraram um escritor que acabará de começar a sua jornada pelas bandas de “literária” e que foi responsável por abrir a mente daqueles que se aventuravam.Ele os levou pelo mundo em que vivia, passaram pelas montanhas de “Vangloriar” e pelos vales obscuros de “Gaveto”. Ter contato com escritores de verdade proporcionou a eles uma visão totalmente diferente em relação à jornada que cada um deles trilhava. Muitos escritores com histórias muito semelhantes e dentre seus muitos anseios se achava a vontade de conhecer e se relacionar verdadeiramente com seus ávidos leitores. Continuando sua caminhando em direção ao conhecimento chegaram à cidade onde viviam leitores. Todos procuravam incessantemente por escritores e histórias dignas de serem lidas. Encontrar um bom contador de histórias não era uma tarefa fácil, procuravam noutras cidades e ouviam rumores sobre longínquos contadores que moravam depois das montanhas.Desta necessidade de conectar pessoas através de histórias, eu nasci.Uma dependência mutua, escritores criando narrativas incríveis permitindo aos leitores imaginarem-se dentro das histórias como um dos personagens e leitores entregando aos contadores de histórias o prazer de serem lidos, apreciados, ouvidos e avaliados.

Bilbbo & Co.

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