Sabor tutti frutti

Romance
Setembro de 2020
Começou, agora termina queride!

Inspiração

Conquista Literária
Conto publicado em
Uni duni tê

Sinopse

Estamos preparando e revisando este conto, em breve o publicaremos aqui. :D

Tudo começou como uma brincadeira e aos poucos foi se formando no coração aquela vontade de viverem juntos para sempre.

Prólogo

Epílogo

Conto

Áudio drama
Sabor tutti frutti
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Ele não gostava de brincar com os meninos. Porque preferia estar com elas.

O universo feminino era muito mais divertido.

Brincar de roda era estar de mãos dadas com as meninas. Ao brincar de casinha, ele sempre era o pai, e todas as comidinhas feitas de barro e enfeitadas com flores, eram primeiro para ele, depois para as bonecas.

E assim foi.

De amarelinha em amarelinha, brincando de pedir um cantinho pra sua vizinha, de eu com as quatro e eu com elas, no quarteirão fez amizade com todas as menininhas. E nenhuma delas, nem mesmo suas mães, se esqueciam dele nas festas de aniversário, inclusive do seu.

Na infância toda foi muito amado, ganhando muitos beijos e abraços. Para todos os passeios, era chamado.

Nas festas juninas, ele era o disputado.

Aonde fosse, era bem-recebido.

Nos álbuns de fotografias das meninas, lá estava ele em todas as fotos, sempre feliz e sorrindo.

Jamais esquecido e pra sempre lembrado.

E de tanto ser convidado para o chá, acabou se apaixonando pela menina mais linda da rua. A Maria Clara, com seus cabelos loiros cacheados e vestidos cheios de laços.

Brincar agora de passar o anel, virou a sua brincadeira preferida, pois sempre demorava mais tempo nas mãos da Clarinha, onde deixava toda vez o anel, piscando maroto para ela. E ela piscava de volta.

E pouco a pouco, ele a conquistou. Brincado de pular elástico, pega-pega, esconde-esconde e jogando para cima os saquinhos de 5 Marias, ele sempre estava ao seu lado. Tão pertinho que até sentia a fragância do perfume que ela usava, que mais tarde soube ser da Giovanna Baby.

Até que um dia, depois do sorvete-colorê, ele lhe disse que a escolhida era ela, só ela pra sempre. E selou o pedido de compromisso com um anel de chiclete. Que ela guardou junto ao peito quando não mais lhe serviu. E com ele se casou.

Desde então, foram felizes para sempre, pois ainda são, mantendo entre eles o mesmo sabor tutti frutti do seu primeiro amor.

Sinopse

Estamos preparando e revisando este conto, em breve o publicaremos aqui. :D

Tudo começou como uma brincadeira e aos poucos foi se formando no coração aquela vontade de viverem juntos para sempre.

Prólogo

Epílogo

Conto

Ele não gostava de brincar com os meninos. Porque preferia estar com elas.

O universo feminino era muito mais divertido.

Brincar de roda era estar de mãos dadas com as meninas. Ao brincar de casinha, ele sempre era o pai, e todas as comidinhas feitas de barro e enfeitadas com flores, eram primeiro para ele, depois para as bonecas.

E assim foi.

De amarelinha em amarelinha, brincando de pedir um cantinho pra sua vizinha, de eu com as quatro e eu com elas, no quarteirão fez amizade com todas as menininhas. E nenhuma delas, nem mesmo suas mães, se esqueciam dele nas festas de aniversário, inclusive do seu.

Na infância toda foi muito amado, ganhando muitos beijos e abraços. Para todos os passeios, era chamado.

Nas festas juninas, ele era o disputado.

Aonde fosse, era bem-recebido.

Nos álbuns de fotografias das meninas, lá estava ele em todas as fotos, sempre feliz e sorrindo.

Jamais esquecido e pra sempre lembrado.

E de tanto ser convidado para o chá, acabou se apaixonando pela menina mais linda da rua. A Maria Clara, com seus cabelos loiros cacheados e vestidos cheios de laços.

Brincar agora de passar o anel, virou a sua brincadeira preferida, pois sempre demorava mais tempo nas mãos da Clarinha, onde deixava toda vez o anel, piscando maroto para ela. E ela piscava de volta.

E pouco a pouco, ele a conquistou. Brincado de pular elástico, pega-pega, esconde-esconde e jogando para cima os saquinhos de 5 Marias, ele sempre estava ao seu lado. Tão pertinho que até sentia a fragância do perfume que ela usava, que mais tarde soube ser da Giovanna Baby.

Até que um dia, depois do sorvete-colorê, ele lhe disse que a escolhida era ela, só ela pra sempre. E selou o pedido de compromisso com um anel de chiclete. Que ela guardou junto ao peito quando não mais lhe serviu. E com ele se casou.

Desde então, foram felizes para sempre, pois ainda são, mantendo entre eles o mesmo sabor tutti frutti do seu primeiro amor.

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