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O mestre de cerimônias
Conto

O mestre de cerimônias

A chegada de um circo a uma pequena cidade pode ser sinônimo de boas novidades e diversão, pelo menos para algumas pessoas.

Rose Paz
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Áudio drama
O mestre de cerimônias
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Estamos preparando e revisando este conto, em breve o publicaremos aqui. :D

Todas as cidades do interior tem algo em comum, o tédio. Saber pela rádio local que um grande circo passava pela capital podia ser sinônimo de alegria, ou frustração, pois ao mesmo tempo em que as boas novidades chegavam, também eram indício de que não estavam ao alcance. Entretanto, parecia que as coisas seriam diferentes desta vez. Em ano de eleições, os candidatos a prefeito tinham por costume tentar surpreender.

A cidadezinha em questão vivia da pesca. Um lugarejo pacato, onde os moradores ainda conservavam hábitos típicos do interior como: cadeiras nas calçadas, fofocas na praça e cultos aos domingos. Foi justamente em um culto desses que o prefeito solicitou um minutinho ao padre e comunicou que a trupe instalada capital tinha chances de passar por lá, e ele faria de tudo a seu alcance para trazer essa alegria aos seus eleitores. O gesto eliminou seus concorrentes.

Contudo, a mesma rádio também noticiou uma rebelião no presídio do estado, de onde dois dos mais perigosos infratores tinham conseguido fugir, deixando um rastro de sangue. Nunca foram pegos. Pelo menos, não do jeito que se imaginava.

Houve um silêncio incômodo nas ruas. Todos estavam com medo, parecia que havia algo a mais no ar.

Poucas semanas depois, o fato já tinha sido esquecido e as fofocas rotineiras voltado. A cidade estava novamente em polvorosa. Crianças perturbavam seus pais e as moçoilas estavam excitadíssimas para mostrar seus novos cortes de tecido. Afinal, a localidade entraria em festa e a rotina tediosa seria quebrada como há tempos não se via. O Grande Circus Capella chegaria com pompas e circunstâncias, graças à articulação do prefeito. Podia faltar de tudo, do saneamento à reforma da igreja, mas o circo seria o legado de sua gestão. 

Foi um enorme alvoroço. Banda de música na praça, desfile com direito a um casal de elefantes, mágico performático e sua ajudante e até mulher barbada. O prefeito tinha feito algumas concessões para conseguir o evento, e nada podia dar errado, por isso pediu ao padre um grande favor. Muito a contra gosto, o sacerdote foi convencido a benzer o local onde se instalaria a tenda gigantesca, mais tarde cercada pelos trailers que seguiram o cortejo - moradia itinerante dos artistas e funcionários do circo. Porém, durante a cerimônia, uma grande ventania abalou o vilarejo, e o sino da igreja desprendeu-se do campanário. Uma fatalidade.

A semana seguiu debaixo de grande comoção. A ajuda bem vinda dos artistas e funcionários do circo, gente acostumada às intempéries da vida e da estrada, foi essencial. Tal altruísmo, não foi indiferente aos corações ingênuos e gratos que passaram a visitar constantemente a grande tenda em construção. Mulheres assavam bolos, crianças brincavam com os macacos e os homens levavam os primeiros peixes do dia em retribuição àqueles que trouxeram um braço forte e a promessa de momentos de alegria.

A notícia do pequeno furacão chegou às vilas vizinhas e a inauguração foi atrasada para a semana seguinte.  Com o rebuliço, o vilarejo foi infestado de visitantes. Crianças travessas tendiam a se perder, idosos a esquecerem do caminho de casa e mocinhas se escondiam com seus namorados, algo normal para os primeiros dias. Os ingressos em pouco tempo se esgotaram, prometendo uma arrecadação para lá de promissora.

Os rabugentos tendem a se diluir em áreas metropolitanas, mas são facilmente identificáveis em pequenas localidades. São aqueles pelos quais passamos ao largo, com medo do mau humor ser contagioso. O senhor Onofre, - seu Nofre, para os íntimos - não gostava de balbúrdias. Percebeu que a cidade estava mais agitada, mas não queria saber o motivo. Era um homem solitário, ressentido, mas com um bom coração. Não tinha constituído família e sua rabugice era resultado de sua feiura, por isso, nenhuma mulher em juízo perfeito o escolheria. De fato, ele não era alto, não tinha muito estudo e fedia a peixe; mas na verdade, era sua cara fechada que afastava as pessoas.

Sua mãe havia fugido com um circo quando ele ainda era criança. O desgosto e a vergonha levaram seu pai à bebida e ele à adoção. Não tinha sido uma vida de todo ruim. Herdara o ofício da pescaria e tinha sobrevivido dela desde então, mas jamais superara a mágoa. Quando descobriu sobre o circo na cidade, não se conteve. Fosse durante a pescaria, ou no culto, sempre destilava uma gota de veneno sobre o risco que as mulheres e mocinhas da cidade corriam. Chegou a brigar com o padre ao saber que este desperdiçaria água benta naqueles seres de índole duvidosa. Quando o sino despencou, alardeou aos sete ventos que aquilo seria o começo do apocalipse. 

- Depois num vão dizê que num avisei. O sinu foi o sinal di qui o cramunhão entrô na cidade, e cês tudim tão recebendu ele di braço arreganhado – bufava.

Voltar para casa sempre sozinho o deixava melancólico. Tinha por costume colocar um velho disco de vinil na vitrolinha e observar o vai e vem das pessoas por trás da cortina da sala. O único contato que tinha com gente era com os companheiros de pesca e no culto. Trocava algumas palavras no balcão da padaria, mas nada que chegasse a uma conversa de verdade. Onofre não tinha motivos para mostrar os poucos dentes que tinha na boca. 

Quando soube do evento, uma agitação tomou conta dele. Lembrava muito bem de seus seis anos. Como poderia esquecer? Um circo muito menor também havia chegado à sua cidade natal em outros tempos. A vida era muito difícil naquela época, mal dando para comer três refeições decentes por dia. Sua mãe havia engravidado ainda adolescente, pulando a fase mais bela de sua juventude. Talvez por isso tenha se encantado com o glamour do ilusionista e fugido com ele durante a madrugada. Deixou para trás apenas um bilhete e o coração partido de seu filho. Depois disso, só derrocada. 

Não tinha conquistado grandes coisas em sua medíocre vida e julgava não ter o direito de submeter uma família ao mesmo destino que o seu. Ninguém queria ouvir sua história e nem ele tinha vontade de contar, mas também não deixaria que isso ocorresse com mais ninguém, se pudesse impedir.

Tinha muito tempo livre e, em suas constantes noites de insônia, costumava ir à beira do cais pitar seu cigarro de palha e olhar as estrelas. Foi com surpresa que viu os integrantes do circo mergulharem nus, um a um, sem subir para respirar. Entraram no mar como em um cerimonial até que a água lhes cobrisse as cabeças, sem bolhas ou pedidos de socorro. Estava a uma distância razoável e não poderia ser visto em meio aos arbustos, mas deu para ele ver bem o rosto de cada um deles. Apagou sua guimba e não arredou pé até que voltassem. 

Cerca de meia hora havia se passado e nada deles emergirem. Enquanto pensava se deveria ou não pedir socorro, cada um dos mais de vinte integrantes da trupe saíram do mar. Carregavam águas vivas em seus rostos, braços e pernas, voltando pelo mesmo caminho pelo qual tinham vindo.

Onofre ficou apavorado. Achou que certamente deviam estar sob o efeito de drogas ou algo parecido. Era um homem do mar e sabia que não tinham como suportar a dor de uma queimadura daquelas sem dar nem um pio. Disso ele tinha certeza. Também não tinham como ficar sem respirar por tanto tempo. Não tinham como sobreviver com aquele bicho tapando suas bocas e narizes. Não tinha como serem gente de bem.

Ele não dormiu o resto da madrugada, não podia. Pensou que, ainda que contasse para alguém, diriam que era invenção, que estava bêbado ou coisa pior. Sabia que o talco do maligno tinha chegado à cidade já fazia um tempo. Culpa dos mascates com suas “novidades” da cidade grande. Porém, por mais que a solidão batesse às vezes, Onofre não era dessas coisas. O exemplo do pai tinha sido o bastante para saber que qualquer tipo de droga destruía uma vida. Decidiu esperar pelo amanhecer e contar ao padre.

Com os olhos fundos de uma noite insone, Onofre partiu depois do galo cantar. Deveria estar no cais aprontando seu barquinho para ir pescar. Porém, o padre não podia ser poupado do seu dever de expulsar demônios, e isso era o que o circo trouxera: demônios.

A igreja ainda estava fechada. Onofre tinha conhecimento de que o padre gostava de tomar um vinho depois do jantar e às vezes exagerava um pouquinho. A pesca já estava perdida, então sua missão não podia ser deixada para outra hora. Insistiu.

- Abre, padre! É urgente! É o Nofre!

- Parece mais com satanás... – murmurou o padre abrindo o ferrolho. - Mas o quê é que você quer à uma hora dessas, homem de Deus?

- É o circo, padre! O povo do circo é du maligno! – disse enfático.

- Você passou a beber, Nofre? Pensei que não fosse dessas coisas, homem. – disse o padre encarando os olhos do fiel.

- Não, não, não; o sinhô num tá intendendu. Se eu ti contar o que eu vi, o sinhô vai pô essa gente pra correr daqui com três quente e três fervendu.

Com toda a paciência, o padre puxou Onofre para dentro. Já tinham certa idade e o sacerdote conhecia sua história de vida. Convidou-o para um café e, enquanto passava a água fervente pelo pó, ouviu os detalhes com atenção.

- Você deve ter se enganado, homem. Estava com sono e os arbustos misturaram sua visão.

- Padre de Deus, o sinhô sabi que sofro de sônia e num sô di usá intorpecedores. Juru pela minha mãe que eu vi o que vi, e o sinhô tem que expulsar esse povo daqui. 

O padre explicou que o circo atrairia recursos para a cidade e que o prefeito não ficaria nada contente caso ele fizesse uma coisa dessas, ainda mais depois de benzido o local do acampamento.

Onofre ficou doido. Como o padre teve de benzer o lugar depois do que havia lhe contado? Maldisse o sacerdote, e saiu batendo a porta.

Ao chegar a sua casa, um aperto oprimiu seu peito. Uma sensação de deja vú invadiu sua memória como uma tapa na cara.

- Ondi foi qui ponhei aquelis jornaus...?

Onofre costumava cobrar mais barato que seus companheiros. Sabia o que era passar necessidade e se condoia com os moradores da periferia. Guardar os jornais era uma boa economia que fazia enquanto os demais usavam sacos plásticos nas entregas. Tinha um fardo guardado numa prateleira a um canto da sala.

Poderia chamar de intuição, mas a fuga dos presos não lhe saía da cabeça. O fato tinha ganhado grande repercussão na época, estampando a cara dos meliantes nas primeiras páginas dos jornais de maior circulação. Ele não tinha televisão, mas jurava ter visto a cara de alguns deles em algum lugar.

- Eu sabia! Agora ninguém vai duvidar de mim.

Onofre saiu como um raio em direção à prefeitura. Não percebeu que tinha gasto mais de três horas folheando um por um do bolo de jornais. Quando se aproximava da praça, percebeu que a cerimônia de benzimento já estava acontecendo e também pôde ver o pequeno ciclone se deslocando para o local. O sino da igreja badalava sem ajuda e crianças foram arrancadas das mãos de suas mães. Saias se levantaram, folhas rodopiavam com fúria pelos ares. O telhado do coreto foi arrancado de uma só vez e a gritaria foi geral. Onofre mal teve tempo de se abrigar, tendo que escolher entre os jornais ou se agarrar com toda força a uma pilastra.

Tão logo sua prova ganhou os ares e um destino ignorado, a ventania cessou. O estrago foi evidente e não havia o que fazer, a não ser ajudar os desvalidos. Onofre não podia afirmar, mas parecia que aquele vento todo tinha sido por sua causa. Conseguir outra prova como aquela podia levar semanas. Teria que ir à capital, deixar seus clientes na mão e ficar sem seu sustento por uns bons dias. Talvez, na volta, eles já teriam feito um estrago maior que a ventania. “O que vou fazer agora?” – pensava. Ninguém acreditaria nas meras suspeitas de um Nofre sem provas. Teria que ser mais contundente. Observaria, sem descanso, qualquer ato suspeito e colheria evidências.

Onofre estava exausto. Por mais que sofresse de insônia, havia noites das quais usufruía de um sono profundo e reparador. Porém, a determinação com que vigiava os integrantes da trupe era quase obsessiva. Passava as madrugadas escondido entre os arbustos próximos ao cais; circundava o arraial do acampamento; seguia os funcionários do circo a uma distância cautelosa. Parecia um caçador rodeando a presa, apenas esperando o momento oportuno para o bote. Numa dessas incursões, tentou atear fogo na tenda, mas uma criança, daquelas bem irritantes, denunciou seu intento.

- Moço, o que é que o senhor tá fazendo escondido aí?

Onofre estava atrás de um dos trailers da trupe.

- Shiu! Vai brincá mulequi! Chispa daqui! – disse o idoso com a pior cara que pode fazer.

Onofre não se deu conta que crianças pequenas costumam chorar à toa, e com aquele pequeno não foi diferente. Aos berros, a criança chamou por sua mãe que já a procurava desesperada. Uma pequena aglomeração se formou ao redor dos três, avolumando-se mais e mais, até que Onofre se viu acuado. Não havia mais como dar prosseguimento ao seu intento e isso ficou evidente ao observar o povo do circo que assistia a tudo com ares de aprovação. Parecia que eles tinham posto algo na água, pois todos do vilarejo os tratavam como emissários do próprio Deus. Não era agradecimento, mas um entorpecimento coletivo.

Desolado, Onofre agradeceu pelo padre o ter livrado de um possível linchamento e voltou para casa. Não havia mais o que fazer, a não ser esperar. Afinal, além da bizarrice a que tinha presenciado, eles não fizeram nada contra o vilarejo ou seus habitantes, ou melhor, nada comprovável. Esperaria pela estreia, onde poderia se misturar aos demais e tentar descobrir algo pelo lado de dentro.

Após o reparo dos estragos e a vida tendo voltado ao normal, a estreia foi anunciada. Novamente a bandinha tocou as modas de sempre e panfletos sujaram as ruelas. Onofre, para surpresa de muitos, consolava-se com uma pinga no bar. Estava cabisbaixo, quase derrotado, pelo menos era isso o que queria que pensassem. 

Viu o padre e o prefeito passarem do seu lado em direção à grande tenda. Cumprimentou-os, mas não lhe deram atenção. “Será que ainda estão ressentidos comigo?”

Ao redor da enorme lona vermelha e branca, pipoqueiros, vendedores de balões e algodões doces disputavam fregueses aos gritos. Bancas de tiro ao alvo e argolas nas garrafas se juntavam aos oportunistas de ocasião, importados dos vilarejos vizinhos. Um cheiro de cachorro quente e churrasquinho de gato misturava-se ao odor de bosta dos animais do circo, que coabitavam resignados em jaulas próximas. 

Uma grande fila se agigantava, dando a volta na quadra que abrigava o palco. Após cada sessão, o público saía estranhamente ordeiro, quase entorpecido, seguindo em direção à outra tenda; A casa dos espelhos. A estrutura bem menor era um pouco mais afastada, onde uma nova fila era formada. Onofre observava a tudo pacientemente, reparando que o número de pessoas que entrava, não era o mesmo que saía. Intrigado, resolveu se aproximar. 

Como não tinha conseguido ingresso para o show principal pagou, a contragosto, os cinquenta centavos cobrados. Estranhou não ter ninguém para receber seu tiquet na entrada e o enfiou no bolso. Ao passar pelas cortinas de veludo, assustou-se com vários “Nofres” refletidos nos espelhos que o circundavam, incluindo o de uma porta misteriosa que se fechou logo atrás dele.  Forçou a saída, mas ela foi trancada pelo lado de fora. Sentiu calor. O lugar estava abafado, não o deixando mais ouvir o burburinho externo. Estava ficando nervoso, não se dava bem com lugares fechados. Talvez fosse parte daquela atração deixar as pessoas desconfortáveis procurando pela saída, porém, atrás dele, o som de uma voz conhecida pediu para que se acalmasse.  

Onofre girou nos calcanhares e esfregou os olhos mais de uma vez. Ao invés de suas múltiplas imagens, sua mãe, vestida de trapezista, falava com ele. Catatônico, não conseguiu se mexer. Sentiu os pés úmidos, câimbras nas pernas e, por um segundo, pensou que fosse pela emoção. Sua mãe, com voz doce, lhe esticava os braços através dos espelhos como um convite. Contudo, eram enormes tentáculos de águas vivas que envolviam seus pés, subindo pelas pernas, tórax e pescoço, até que foi puxado para dentro de um dos espelhos. 

O gosto da água salgada dizia que estava no mar e seus pulmões clamaram por ar. Tentou subir e pode ver que estava perto do cais. Agora tinha plena certeza sobre o povo do circo ser diabólico, mas isso não lhe serviria de nada no momento. Prevendo seu fim, debateu-se o quanto pode, mas era inútil. Talvez as pessoas que não tinham voltado da tenda também estivessem por ali, afogando-se como ele. Não, eram os tentáculos que entravam por sua boca, nariz e orelhas, como se sugassem sua alma. Tentava gritar, mas o som não saía. Imagens borradas do prefeito, do padre e de sua mãe o circundavam dizendo para relaxar, que a sensação ruim logo acabaria, mas ele continuava a se debater como um peixe preso na rede. Não se renderia tão fácil. 

Da tenda principal, outro grupo se dirigia para a casa dos espelhos, de onde não sairiam da mesma maneira. Um a um, todos os habitantes do vilarejo e vizinhanças passariam pelo cortejo, tal como a mãe de Onofre fora um dia. Como saquinhos de proteína, alimentariam os espectros que se mantiveram vivos à custa dos seres marinhos. No entanto, um banquete de almas ingênuas e fresquinhas estava a espera. Os mais promissores seriam incorporados à caravana. Ela tinha se formado assim, infiltrando-se pelo interior, conquistando vilas e cidadezinhas, até que tudo se transformasse no caos. Tão logo se alimentassem, partiriam para um novo local e, quem sabe voltariam um dia. Afinal, no circo, sempre há lugar para mais um.

Toda cidade tinha um curioso, um cético e um rabugento, mas nenhum tinha sido tão irritante quanto Onofre, atual mestre de cerimônias do Grande Circo Capella.


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