Elisabete

Suspense
Outubro de 2020
Começou, agora termina queride!

Ser ou não ser

Conquista Literária
Conto publicado em
No Rastro das Migalhas

Sinopse

Estamos preparando e revisando este conto, em breve o publicaremos aqui. :D

Sua inquietude é muito grande em relação ao caso e suas desconfianças são maiores ainda.

Prólogo

Epílogo

Conto

Áudio drama
Elisabete
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-Bom dia Bete, como estão as investigações?

- É Saraiva para você. Disse a investigadora, num tom sereno e impassível, enquanto olhava fotos e algumas anotações. - Porquê esse cuzão sempre fica responsável pelos melhores casos? Disse em voz baixa e entre os dentes.

- Disse alguma coisa, Saraiva?

- Só pensando em voz alta delegado. Os relatórios da minha investigação estão em sua mesa. Desde ontem. ( Cuzão ).

- Não tive tempo de ler. Quais são suas impressões sobre o que investigou?

(Respire fundo, controle a raiva Elisabete)... - Sinceramente delegado, as duas que você me mandou investigar, não tem perfil para assassinatos em série.

A Esposa do Pedro, é viciada em séries de investigação e é paranóica, só fala na presença de seu advogado, e convenhamos, o advogado dela é bem fraquinho...

- Certo, e quanto a Naiara? Ela me parece ter motivos de sobra...

- De sobra para matar o próprio marido, que a espancou por anos, mas ela preferiu dar o troco de outra forma, arrumando um amante mais novo. Agora, sair matando e roubando dedos... Provavelmente não. E já que estamos falando sobre, não acho que tem conduzido o caso da melhor forma, está sempre nos direcionando de forma desordenada. Estamos feito baratas tontas. O Jorge e o Dimas estão seguindo aquela estelionatária há semanas. A mulher trabalha o dia todo, volta para dormir na penitenciária, todos os dias. Está em semi aberto. Se me permite comentar, acho esse caso muito parecido com os da Dona Nina, aquele que solucionamos e você levou todo o crédito… o lance com a letra 'A', sempre me intrigou… agora os 'a'nelares… se eu não tivesse visto ela no necrotério, acharia que ela ainda está por aí, sinto um calafrio quando penso nisso delegado… e se ela inspirou outro a dar sequência nos crimes? Estou pensando em seguir essa linha…

- Não diga bobagens, Saraiva! É a coisa mais ridícula que já ouvi! A velhinha está morta, o caso foi encerrado! Era só o que me faltava! A Doce senhora Nina inspirando mais crimes! Buuuuuu, ouça a minha voz! Me obedeça! Imagine só…. Devia parar de ler esses livros idiotas. - Faça seu trabalho Saraiva, e não questione meus métodos. Você não é da corregedoria, é minha subalterna. Sou seu superior. Lembre-se disso.

- Me desculpe delegado ( eu e minha boca grande...)...

- Senhor, deixou cair seu cortador de charutos... Não sabia que fumava...

- Vocês não sabem nada sobre mim, na verdade. São uns incompetentes! não enxergam nem o que está debaixo do nariz de vocês! Policiais de merda!

A delegacia ficou num silêncio constrangedor. Adriano fazia infinitas vezes o acionamento do cortador de charutos, como se fosse um toc. E sua testa suava muito.

- Voltem a seus postos de trabalho! disse o delegado. E com um sorriso nervoso e sem jeito, disse:

- Fiz biscoitos para vocês, estão deliciosos.

Sinopse

Estamos preparando e revisando este conto, em breve o publicaremos aqui. :D

Sua inquietude é muito grande em relação ao caso e suas desconfianças são maiores ainda.

Prólogo

Epílogo

Conto

-Bom dia Bete, como estão as investigações?

- É Saraiva para você. Disse a investigadora, num tom sereno e impassível, enquanto olhava fotos e algumas anotações. - Porquê esse cuzão sempre fica responsável pelos melhores casos? Disse em voz baixa e entre os dentes.

- Disse alguma coisa, Saraiva?

- Só pensando em voz alta delegado. Os relatórios da minha investigação estão em sua mesa. Desde ontem. ( Cuzão ).

- Não tive tempo de ler. Quais são suas impressões sobre o que investigou?

(Respire fundo, controle a raiva Elisabete)... - Sinceramente delegado, as duas que você me mandou investigar, não tem perfil para assassinatos em série.

A Esposa do Pedro, é viciada em séries de investigação e é paranóica, só fala na presença de seu advogado, e convenhamos, o advogado dela é bem fraquinho...

- Certo, e quanto a Naiara? Ela me parece ter motivos de sobra...

- De sobra para matar o próprio marido, que a espancou por anos, mas ela preferiu dar o troco de outra forma, arrumando um amante mais novo. Agora, sair matando e roubando dedos... Provavelmente não. E já que estamos falando sobre, não acho que tem conduzido o caso da melhor forma, está sempre nos direcionando de forma desordenada. Estamos feito baratas tontas. O Jorge e o Dimas estão seguindo aquela estelionatária há semanas. A mulher trabalha o dia todo, volta para dormir na penitenciária, todos os dias. Está em semi aberto. Se me permite comentar, acho esse caso muito parecido com os da Dona Nina, aquele que solucionamos e você levou todo o crédito… o lance com a letra 'A', sempre me intrigou… agora os 'a'nelares… se eu não tivesse visto ela no necrotério, acharia que ela ainda está por aí, sinto um calafrio quando penso nisso delegado… e se ela inspirou outro a dar sequência nos crimes? Estou pensando em seguir essa linha…

- Não diga bobagens, Saraiva! É a coisa mais ridícula que já ouvi! A velhinha está morta, o caso foi encerrado! Era só o que me faltava! A Doce senhora Nina inspirando mais crimes! Buuuuuu, ouça a minha voz! Me obedeça! Imagine só…. Devia parar de ler esses livros idiotas. - Faça seu trabalho Saraiva, e não questione meus métodos. Você não é da corregedoria, é minha subalterna. Sou seu superior. Lembre-se disso.

- Me desculpe delegado ( eu e minha boca grande...)...

- Senhor, deixou cair seu cortador de charutos... Não sabia que fumava...

- Vocês não sabem nada sobre mim, na verdade. São uns incompetentes! não enxergam nem o que está debaixo do nariz de vocês! Policiais de merda!

A delegacia ficou num silêncio constrangedor. Adriano fazia infinitas vezes o acionamento do cortador de charutos, como se fosse um toc. E sua testa suava muito.

- Voltem a seus postos de trabalho! disse o delegado. E com um sorriso nervoso e sem jeito, disse:

- Fiz biscoitos para vocês, estão deliciosos.

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