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Conto

A torre

A torre guarda um mistério. Ninguém sabe o que existe acima dos níveis baixos, onde a civilização ainda reside e sobrevive. Cabe a um grupo de exploradores descobrir o que o topo da torre guarda.

Vinicius Peron
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Áudio drama
A torre
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Estamos preparando e revisando este conto, em breve o publicaremos aqui. :D

Em tempos remotos onde o mundo sofria com catástrofes naturais e a tecnologia foi avançando, os humanos foram se tornando mais distantes enquanto os sentimentos reais eram apenas vistos em aplicativos, tablets e smartphones.

Uma das poucas civilizações humanas se concentrava dentro de uma grande e enorme torre. O centésimo andar, aquele que ficava no térreo, era o andar onde a cidade se localizava. Poderiam também trocar o nome de cidade por aterro sanitário, pois, só havia lixo naquele lugar.

A civilização do centésimo andar vivia nesta imensa desgraça, mas o mundo lá fora era praticamente igual.  Havia uma segunda civilização que morava no septuagésimo quinto andar, mas que lidava com a mesma situação dos habitantes do térreo.

Ninguém ao certo sabe quem construiu esta torre ou o que a construiu, o que todos sabem é que ela conseguiu salvar a humanidade da famosa radiação solar que afetou mais de oitenta por cento da raça humana. A existência desta torre é um mistério.

Aos poucos, oceanos eram tidos como lendas. Florestas eram meros contos. Desertos repletos de areia eram lugares inimagináveis e a própria luz do sol foi considerada uma utopia. A humanidade foi perdendo o afeto, jogos de realidade virtual eram a única saída para aquele mundo insano, pessoas esqueciam-se de comer, de viver e acabavam morrendo na vida real, o mundo não tinha mais uma chance.

Dentre poucos humanos que buscavam respostas, um deles, Seth, era o que liderava um grupo. Ele acreditava que a torre não era uma salvação e sim uma maldição. Diversos estudos foram feitos, diversas pesquisas, já que a tecnologia era bastante abundante, sabiam exatamente de tudo.

Em poucos meses concluíram que não haviam saídas naquela torre. O povo que morava no septuagésimo quinto andar, acreditava que a saída era no térreo e os habitantes do térreo acreditavam que a saída era em cima, ou seja, pouco se sabia sobre aquela torre. O material usado para a fabricação dela era diferente de qualquer tipo de metal. Apesar de todos estarem presos, o oxigênio não faltava.

Viver ali naquela torre era uma mistura de culturas, um choque de tecnologias. Tudo era automatizado, mas ao mesmo tempo primário.

Seth queria explorar o lugar, mas nunca ninguém tinha conseguido fazer isso. Um grupo no passado se perdeu por volta do qüinquagésimo andar e isso era tudo o que se sabia sobre a torre.

O homem de vinte e sete anos conseguiu reunir seis pessoas para explorar a torre junto dele, já que a maioria ou já desistira de viver ou estavam praticamente mortos jogando games de realidade virtual.

Cole, seu melhor amigo o acompanharia na jornada, ambos cresceram nesse meio e perderam suas famílias na infância. Bazel, irmão mais novo de Cole, que tinha completado dezoito anos era viciado em drogas e estava sóbrio por seis meses. Ella, uma traficante conhecida de Bazel atuava pela cidade como Ego, sua função era drogar o máximo de pessoas possíveis em troca de coisas naturais, como água, frutas ou grãos. Simon, um inteligente homem que conhecia praticamente tudo, era um gênio autodidata. Violet, uma profissional dos games e que também atendia como hacker. Clint, um pai de família que perdeu seus filhos e esposa para os jogos online de realidade virtual.

O prazo para a saída da expedição era de dois dias e eles partiriam da cidade do septuagésimo andar. Tais dias passaram rapidamente e eles já estavam prontos.

- E então... Alguém tem alguma objeção? Algo para falar? Reclamações? Acredito que agora seja o prazo final para desistirem, quando partirmos não haverá mais desistência. – Falou Seth.

- Por mim... Está tudo bem. – Cole sorriu, parecia feliz.

- Estou com meu irmão. – Bazel também parecia animado.

- Algo provavelmente estranho está acontecendo neste lugar... Uma torre sem nenhuma história decorrente e a humanidade se perdendo na realidade virtual, isso é um pouco estranho até para traficantes como eu. – Ella parecia sem expressão, mas era seu jeito de falar.

Violet apenas acenou confirmando, ela não abandonava seus fones de ouvido jamais e para tirar palavras de sua boca era difícil.

- Ao longo do caminho eu explico para vocês como essas engenhocas funcionam, mas de primeiro, vamos ao desconhecido sim. – Simon confirmou com a cabeça.

- Só quero pôr um fim nisso tudo. Perdi minha família para esse maldito jogo Rapunzell . – Disse Clint determinado.

- Certo. Simon trouxe alguns apetrechos para gente nesta jornada, inclusive armas. – Completou Seth.

A expedição com sete pessoas finalmente saiu da cidadela. Ninguém sabia o que esperar daqui para frente, por isso estavam apreensivos.

Simon trouxe suas criações. Eram armas mecânicas, chamadas de Auto-Rifle, elas não tinham munições, o sistema era de resfriamento e aquecimento. A nanotecnologia permitia criar diversas coisas incríveis e essa arma era uma delas. Mini-pistões batiam dentro da carcaça da arma e a bateria nuclear que nela era acoplada agia de forma rápida, fazendo com que o aquecimento criasse um raio laser que com um amplificador de matéria aumentava e com um impulsor era lançado como balas. Eram armas extremamente perigosas mas, até de certa maneira, fáceis de serem criadas.

O caminho pelos andares era fácil, uma curiosidade que Violet descobriu já que a mesma utilizava um drone mapeador de área para facilitar a viagem e também informar formas de vida que eles não esperavam. Os andares eram menores a cada subida. O centésimo andar era do tamanho de uma cidade inteira, a cidade do septuagésimo quinto andar, parecia mais como uma vila com três enormes bairros e o sexagésimo nono andar, onde eles se encontravam agora, tinha cerca de vinte e cinco por cento do tamanho da cidadela do térreo.

Neste andar gases tóxicos começaram a aparecer. O mapeador de Violet acusou toxinas muito acima da média e que poderiam facilmente matar um humano em segundos. os aventureiros, por sorte, trouxeram trajes tecnológicos capazes de suportar qualquer eventualidade, como toxinas e até radioatividade, também presente nos gases deste andar..

Nos andares seguintes, as luzes artificiais da torre eram desligadas, não havia iluminação, o drone continuava a guiá-los até certo ponto onde parou. Pelo tablet, Violet percebeu que havia uma forma de vida, bem diante do mapeador. Todos ficaram em alerta.

Demoraram alguns minutos para chegar até o mapeador. Os andares eram como vielas, ruas, cidades destruídas ou pelo tamanho, bairros. Pareciam ter unido grandes cidades e as dividiram em andares.

Quando avistaram o mapeador que iluminava o local, logo se prepararam para uma possível troca de tiros. Seth percebeu algo mais a frente. Havia ali uma criatura modificada pela radiação. Não se sabia ao certo se era um cachorro ou um humano, sua aparência era grotesca, era uma criatura quadrúpede e que não tinha olhos.

Seth imediatamente fez um gesto para que todos ficassem em silêncio. Ele pegou uma pedra do chão, mirou para o lado direito e jogou ela o mais forte que conseguiu. A pedra se chocou com alguma superfície metálica e fez um enorme barulho. A criatura rapidamente correu para a direção do som, como se ela fosse movida por ele.

Coisas estranhas aconteceram a partir deste andar. Essas criaturas estavam sempre em todo lugar, foi difícil evitar algum problema, mas não teve jeito. Por sorte as armas criadas por Simon despedaçaram a pele das criaturas com os raios lasers, mas com o som dos disparos as criaturas pareciam se voltar todas contra eles, descendo dos andares superiores até se encontrarem com o grupo.

Foi no quadragésimo sétimo andar onde todas as criaturas se encontraram com os expedicionários. Uma montanha de corpos dessas criaturas foi feita ali e os sete poderiam seguir livres.

Violet conseguiu concluir que, pelos níveis de radiação daquele lugar, possivelmente essas criaturas eram humanos modificados. Quando a pele humana ficava em contato por muito tempo com a radiação altíssima daquele lugar, o corpo poderia sofrer essas modificações ou melhor, mutações.

Desde a saída da cidadela, se passaram seis dias e os alimentos estavam se acabando.

O mapeador novamente começou a agir com mais tranqüilidade quando estavam perto de subir em direção ao trigésimo nono andar. Encontraram um corpo dilacerado e uma mensagem antes das escadarias do local.

- “Cuidado com Witch”. – Cole leu em voz alta para que todos pudessem ouvir. – Quem quer que seja que chegou até aqui, deixou essa mensagem para trás.

- Não faço a menor ideia do que seja isto. – Disse Simon olhando ao redor. – Mas provavelmente é algum enigma que devemos descobrir ou apenas uma mensagem para irmos embora.

- Não temos alimento suficiente para voltar até a cidadela. – Revelou Ella, olhando para os mantimentos que restavam. – Precisamos continuar.

- Concordo com Ella. Precisamos continuar, se voltarmos seremos mortos pela fome, só temos chance se continuarmos. – Afirmou Seth, tentando encorajar à todos os seus companheiros.

- Eu sei o que significa essa frase. – Violet quebrou o silêncio que ela permanecia desde o começo da jornada. – Witch... Para nós hackers e entendedores de games, é um dispositivo que fica entre a realidade do nosso mundo e a realidade do mundo virtual, é como um programa necessário para que isso aconteça, para que o mundo virtual possa ser mágico o suficiente e para que distorça a realidade em que vivemos.

- O que isso significa? – Bazel parecia um pouco confuso, não entendia de muitas coisas.

- Significa que temos que tomar cuidado com o choque de realidades entre o mundo virtual e o real. – Revelou Violet que imediatamente puxou seu tablet do bolso e começou a digitar inúmeras coisas. – Posso verificar se há sinais de pessoas jogando Rapunzell com o mapeador e com o sinal que posso emitir nos andares acima, provavelmente, posso ler até o... – Ela fez uma pausa. – Como eu suspeitava. Existe alguém neste andar até o último jogando este jogo e não é apenas isso, o servidor do jogo, parece estar conectado a esse jogador.

- Quer dizer que estamos dentro do jogo de alguma maneira? – Seth levantou o cenho assustado.

- Não. – Ela fechou o tablet e começou a controlar o drone. – É ao contrário, precisamos tomar cuidado com o jogo.

O grupo ficou bastante apreensivo após a aula dada por Violet sobre o sistema Witch. Eles continuaram a caminhada e subiram por mais três andares durante aquele dia. Os andares realmente estavam diminuindo de tamanho e pareciam estar afunilando.

Mais dois se passaram e eles finalmente alcançaram o andar de número dezenove. Ali novamente, as luzes das lâmpadas funcionavam e não havia destruição, não havia absolutamente nada de errado, parecia ser um pequeno vilarejo com seis a sete casas praticamente intacto.

O drone mapeador não precisaria mais ser usado nessas condições, eles sabiam onde estavam e conseguiam ver o final do andar a olhos nus. Havia uma porta de vidro que impedia a passagem e parecia trancada com uma espécie de fechadura digital.

- Consegue passar por aqui, Violet? – Perguntou Seth.

- Talvez. – Ela puxou um segundo tablet e um pequeno fio e conectou-os, seus dedos se moviam rapidamente. – Isso pode demorar um pouco, não é fácil decodificar todos esses códigos.

- E se demorar horas? Não temos mais alimento algum. – Comentou Clint. – E pelo estado das casas, seria possível ter algum alimento por aqui?

- Podemos nos dividir e tentar encontrar algo. – Disse Cole tentando tomar a liderança. – Bazel fique com Violet.

- Claro.

O grupo se dividiu. Simon, Ella e Seth foram pelas casas do lado direito.Não haviam muitas coisas, eram casas abandonadas em ótimo estado, mas não havia nenhuma mobília. Do lado esquerdo, Clint e Cole fizeram a patrulha e, assim como as outras, não havia nada.

Passadas algumas horas, Violet consegue decodificar a entrada. A parte de vidro se abre rapidamente e todos eles passam pela porta. Pequenos feixes de luz começaram a passar pelo corpo deles e de repente, parou. Uma segunda porta de vidro abriu de repente e quando eles passaram ela rapidamente se fechou, não parecia haver fechadura pelo lado de dentro.

O andar era completamente diferente. Não haviam casas, apenas o terreno vazio e a escadaria para o próximo nível. O caminho era curto e pela distância poderiam chegar ainda hoje no primeiro andar.

Nesses andares não havia nenhum tipo de radiação. Os aparelhos de Violet e de Simon acusavam que o ar era perfeito, o oxigênio era praticamente puro e eles puderam, após dias, sair daqueles trajes.

Era muito mais puro respirar aquele ar e até aliviava um pouco o cansaço do corpo, mas a fadiga mental ainda era pesada. Eles estavam quase ultrapassando seus limites.

Foram três horas subindo treze andares. Quando estavam no quinto andar notaram que no término de cada escadaria havia um número na parede indicando qual era o andar.  

Haviam três estátuas de frente para a próxima entrada. Seth e os demais andaram com cautela, estavam assustados além do cansaço e a fome começarem a afetar o corpo de cada um.

Quando Seth deu o primeiro passo no andar, algum sistema foi acionado. O chão ficou colorido e as estatuetas começaram a se locomover. Era como uma maldição. pareciam robôs e cada uma delas carregava uma arma de fogo.

- Atirem! – Gritou Seth.

O homem disparou e seus amigos também fizeram o mesmo, mas o resultado foi completamente oposto ao que aconteceu com as criaturas. Os robôs não sofreram nenhum tipo de dano. Como contra-ataque, as estatuetas móveis começaram a atirar, seus braços davam acesso às armas e os tiros destruíram tudo, menos as paredes da torre.

Eles já não estavam mais suportando tamanho cansaço.

- E agora? – Gritou Cole desesperado. – O que vamos fazer?

- Vamos continuar atirando! – Gritou Clint do outro lado.

- Simon, Violet... Vocês tem alguma ideia? – Seth perguntava sobre o que possivelmente poderia acontecer e se os dois tinham algo para levar em consideração.

- Espero que vocês tenham... Eu não vim em uma jornada suicida. – Disse Ella colocando a arma para atirar, tentando o impossível contra os robôs. – Tem algo escrito em um deles... parece ser Curse.

- “Cuidado com Witch”. – Repetiu Violet e ficou pensativa. – O sistema Witch tem bloqueadores de vírus, chamados Curse. Curses bloqueiam qualquer tipo de atividade do mundo real para o mundo virtual e vice-versa. Mas por que estamos sendo impedidos? Não pode ser isso.

- Se eles são bloqueadores de atividades... Provavelmente, estão bloqueando a nossa atividade por aqui. – Disse Simon. – Será que...?

- Sim! – Gritou Violet. – Estamos dentro de um...

De repente os tiros quase acertaram eles, Seth pulou em cima deles para que eles conseguissem não ser acertados.

Nunca imaginariam que algo assim, nesta altura, aconteceria com eles. O desânimo bateu forte, a estrutura começava a ser abalada pelos tiros e potência deles. Os robôs eram praticamente invencíveis.

- Então acabou? – Gritou Clint, se escondendo atrás de uma parede. – Eu não vou morrer assim! Não mesmo!

- Eu tenho algo comigo! – Gritou Simon. Ele retirou do bolso umas coisas velhas. No centésimo andar todo o lixo da torre era acumulado, lá havia diversas coisas e até raridades da época, Simon achava e guardava o que era necessário. – Tenho dinamites!

- O que é isso? – Ninguém sabia o que era.

- No passado, as pessoas usavam isso para explodir e desmoronar casas. Acredito que possamos usar, só precisamos acender este pavio. Alguém tem fogo? – Ele disse, eram três amarrados com cinco bananas de dinamites cada.

- Eu. – Disse Bazel, retirando do bolso um isqueiro. – Um viciado pode estar sóbrio, mas ele sempre carregará consigo seu isqueiro. – O jogou para Simon. – Faça bom uso dele.

Simon retirou também a bateria nuclear da arma que ele havia construído, ele rapidamente ateou fogo nos pavios das dinamites e jogou na área onde os robôs estavam. Demoraria alguns poucos minutos até a explosão, enquanto isso os robôs atiravam sem parar contra as paredes e destroços. Eles queriam derrubar praticamente tudo por ali.

A explosão aconteceu, um forte fogaréu se formou por ali, os robôs foram surpreendidos pela explosão, mas parece que não fora tão fatal quanto eles esperavam. Simon lançou sua bateria nuclear da arma no meio da explosão e rapidamente se escondeu. A bateria fez com que a explosão fosse dez vezes intensificada. Mesmo para robôs, a potência de uma bateria nuclear daquela época era o bastante para reduzi-los a pó.

Eles se agrupam no no sexto andar. A explosão consumiu tudo por ali, menos o forte metal que compunha a estrutura daquela torre. Passado algum tempo, já vestidos com seus trajes devido a explosão da bateria nuclear (provavelmente a radiação por ali era enorme agora). Preferiram se prevenir.

O acesso para os demais andares estava livre e eles foram com pressa. A fome e o cansaço já pareciam ter sido vencidos neste instante. Em minutos eles estavam diante de uma porta que levava até o primeiro andar. Não era uma escadaria, e sim, uma única porta. Não tinha fechadura, não tinha maçaneta, não havia nada.

Com certa brutalidade, Seth deu dois pontapés nela e a porta simples caiu, revelando o que havia atrás dela. Era um quarto, um quarto com janelas de vidro que mostravam o que existia lá fora. No centro desse quarto, um ser estava de costas para eles, sentado. Debaixo de um possível trono, havia a conexão de todos aqueles fios que a torre tinha, aquela pessoa era a responsável por aquilo tudo.

Ela se virou e o trono a acompanhou. Era uma mulher, vestindo roupas transparentes e, em um movimento sutil, retirou um capacete que a conectava aquele trono. Quando o capacete foi retirado, uma surpresa, a mulher era careca.

- Vocês então conseguiram. – Sua voz não possuía nenhum tipo de vida, era fria e agonizante.

- Quem é você? O que é isso? Nos diga! – Gritou Seth.

- Olhem vocês mesmo. – E ela deu espaço para eles olharem. Era uma visão terrível, era possível ver dezenas de torres iguais à essa. Elas ultrapassavam as nuvens, o sol estava rachado, haviam pedaços da lua espalhados pela atmosfera da terra. Uma cena um tanto quanto bizarra. – Esse é o mundo de vocês. Há outras torres como esta. Não há escapatória. A outra realidade é a verdade.

Todos ficaram quietos após verem com seus próprios olhos o que o mundo havia se tornado e a terrível verdade que aquela torre tinha.

- A propósito, eu sou Rapunzell. – Disse ela.

- Como saímos daqui?

- Não há saída.

- Como saímos daqui? – Repetiu Seth, bravo.

- Não há saída.

- Como saímos daqui? – Ele parecia irritado e olhou para a mulher.

De repente, um tiro foi até a direção dela e atingiu-a bem na cabeça. Seu corpo caiu para trás, morto. Clint atirou na mulher.

- Desculpem... Mas eu não posso deixar que essa mulher, ou seja lá o que ela for, continue a viver. Ela matou minha família, eu precisei matá-la. – De seus olhos caíam lágrimas.

- Tudo bem, Clint. – Disse Seth. – No final... Descobrimos o que é esta torre. Estamos presos, assim como outros muitos estão também. É o fim.

- Não. – Revelou Violet. – Se este trono é o servidor do jogo e tudo está conectado a ele, podemos reverter isso e quem sabe até mesmo descobrir como achar uma saída nesta torre. Se nós entramos... Também vamos ter que sair de alguma maneira. A nossa luta continua.

Todos olharam para Violet e concordaram com a decisão da mesma. A luta continuaria, mas até quando? Quantos jogos de Rapunzell existem? Eles não tinham tanto tempo assim.

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