Embora se apresentando em diferentes formas, tudo no Universo é constituído de energia. Desse modo, é compreensível que as Leis regentes do Equilíbrio Universal digam respeito aos processos que envolvam o comportamento energético. Sendo a magia, por conseguinte, uma destas energias, torna-se um caminho lógico que todos os feitiços, sortilégios, conjuros e encantamentos, para que funcionem adequadamente e sirvam seus propósitos, sigam estas mesmas Leis Universais – ou do contrário sequer se concretizarão ou, na pior das hipóteses, poderão sair “pela culatra”.

Com andar dos séculos, tendo isto observado e provado em diversas falhas catastróficas, muitas correntes esotéricas conseguiram identificar e mais ou menos chegar a um consenso no entendimento destas regras que regulam e coordenam a Magia, condensando-as e estruturando-as num grupo de Princípios básicos que todos os praticantes da Sagrada Arte precisam conhecer e dominar.

Os mais disseminados entre estes Princípios são:

1. Princípio da Troca Equivalente: A máxima que guia a alquimia e abrange a todos os praticantes da magia é que “Toda magia vem com um preço”, indicando uma única coisa: para a realização de qualquer feitiço, sortilégio, conjuro e encantamento, se faz necessária uma fonte de poder. E o grande fato é que, no mundo, uma quantidade extremamente pequena de indivíduos conseguiu alcançar o Segundo Nível da Peregrinação Luminosa (ou um estágio correspondente a este conceito), o que significa que a grande maioria de magos e feiticeiros existente é capaz de realizar feitos mágicos somente até determinado ponto, fazendo-o principalmente através de trocas baseadas em sacrifícios e oferendas (conseguidos através de rituais), onde se usa como fonte de energia um poder “emprestado”, e o esforço mágico próprio é mínimo. Aqueles mais versados, que encontram-se no Segundo Nível da Peregrinação (ou um estágio correspondente a este conceito), porém, já não usam desses meios; tendo dominado completamente o corpo e a mente, eles têm acesso à um tipo de energia bem mais intensa e profunda, conseguindo canalizar e usar como fonte o poder oculto que reside dentro de si mesmos, o vigor inerente à alma, conhecido vulgarmente pelo termo “maná”. Utilizando-se dessa energia espiritual, suas mágicas ganham potência e podem assim se realizar, estando limitadas somente até o ponto em que seus corpos físicos resistem oferecer.

2. Princípio do Direcionamento: Para que uma magia tenha o efeito que com ela se deseja atingir, quem evoca um feitiço deve possuir um amplo conhecimento sobre tudo que seu ato desencadeará, de maneira a conduzi-lo adequadamente até o destino objetivado, sabendo, inclusive, como se desvencilhar de outras influências energéticas e impor o seu poder. Esta é a regra que quer dizer “saiba o que você está fazendo, do contrário haverá consequências”, um lembrete que todos os praticantes da Sagrada Arte precisam receber, sobretudo em seus primeiros passos como iniciados.

3. Princípio do Fluxo: Toda a energia Universal é pulsante e está presa a fluxos próprios, de acordo sua natureza específica. Este Princípio se abre para outros quatro, dizendo respeito à lógica dos fluxos mental, espiritual e mágico, que se dão no Plano Astral.

   - Princípio da Atração: Energias de polaridade e constituição semelhante se atraem, criando atmosferas próprias dentro do Plano Astral, as egrégoras.

   - Princípio do Peso: As egrégoras de energia reunidas, ao acumularem-se, e ao continuarem a ser “alimentadas”, criam peso no Plano Astral (eventualmente dando origem às Expressões).

   - Princípio da Dissipação: Toda energia tende a se dissipar, mesclando-se ao Todo e perdendo sua potência; uma egrégora, ao parar de ser alimentada, igualmente perde seu peso e eventualmente se dissolve

   - Princípio do Retorno: Energias de carga negativa (neste caso, referindo-se às energias caóticas e destrutivas que a humanidade está a todo momento produzindo, e com elas poluindo o Plano Astral) tendem a fazer o caminho reverso até sua fonte, numa busca de se alterarem para a polaridade neutra ou positiva. Este Princípio, na verdade, é a força motriz do Ciclo da Transmigração, que obriga os humanos (e outros seres dotados de alma) e reencarnarem no Plano Físico repetidas vezes até conseguirem converter com sucesso toda a energia negativa que enviaram ao Plano Astral – é desse processo que surge o termo indiano do “Karma”.

4. Princípio da Reversibilidade: O que a Magia pode fazer, a Magia pode desfazer. Este Princípio é, num certo aspecto, a contraparte do Princípio do Direcionamento, ao passo que, ao se dominar o Direcionamento, seria possível fazer com o que o fluxo de uma energia – a magia, mais especificamente – faça o caminho reverso e anule certos resultados, muito embora isso possua limites bem definidos, por exemplo, sendo incapaz de trazer de volta a vida um ser morto por decorrência de um feitiço.

5. Princípio da Equilibração: No Universo e na Natureza, há um Equilíbrio que deve ser mantido, e para a existência do qual as Leis foram exatamente criadas. Quando algum poder mágico consegue distorcer e parcialmente quebrar com esse equilíbrio, as próprias forças ocultas do Universo e Natureza agem automaticamente para corrigir esse desvio, criando brechas.

Além destes Princípios que regem toda a energia universal, há, na filosofia hermética, um conjunto de preceitos que complementam essa compreensão do funcionamento do Universo, em conceitos conhecidos simplesmente como as “Sete Leis Herméticas”, sendo elas:

1. Lei do Mentalismo – "O Todo é Mente; o Universo é Mental.": estamos dentro de uma grande Mente coletiva e sofremos com suas influências tanto quanto podemos influenciá-la. A união das auras, que é uma extensão de nossa linha mental individual que se liga ao todo, forma uma egrégora, que é a massa carregada de alguma ideia/sentimento que afeta a percepção coletiva num nível subconsciente, levando, por exemplo, comunidades a ter comportamentos e seguir certas doutrinas ou desenvolverem certas tradições, que podem, inclusive, ir contra a lógica [estes aglomerados de cargas mentais, que formam as egrégoras, se cruzam no Plano Espiritual, e podem ser vistas, compreendidas e até manejadas pelos Peregrinos Luminosos que atingiram o Segundo Nível]. Mágicas e feitiços que envolvem essa Lei são manifestados principalmente para “descobrir” certas informações (geralmente relacionadas ao futuro), por meio de cristalomancia e outras formas de consulta/previsão, justamente pelo acesso que se têm às ideias compartilhadas na Mente Coletiva.

2. Lei da Correspondência “O que está em cima é como o que está embaixo. O que está dentro é como o que está fora.”: Esta Lei trata da tendência do Universo em repetir determinados padrões em escalas diferentes, num pensamento semelhante à base do estudo da Geometria Sagrada, que diz que o tudo o que é físico remete, primeiro, à uma realidade ideal e espiritual, indicando, entre outras coisas, que as leis físicas, ou seja, que regem a matéria, são basicamente as mesmas que regem outras manifestações energéticas além dessa (a sólida, ou densa). As Leis que organizam o Plano Astral são as mesmas Leis que organizam o Plano Físico; a Mente Coletiva, por exemplo, funciona da mesma maneira que a mente física, dentro de cada indivíduo, e não só porque esta última está conectada com a outra, maior, mas sim porquê a mente individual é um reflexo funcional da Mente Coletiva, tanto quanto, similarmente, as mesmas Leis que fazem os planetas circundarem ao redor do sol, no macrocosmo, são as mesmas que fazem os elétrons circundarem ao redor do núcleo de um átomo, no microcosmo. Dentro da Sagrada Arte, isso significa que, quem dominar a magia, que representa o campo mental e espiritual, igualmente será capaz de dominar a matéria – tudo será uma questão de saber adequar o Fluxo e a Vibração das energias, diferenciando-os corretamente.

3. Lei da Vibração – "Nada está parado, tudo se move, tudo vibra.": Mesmo em repouso, absolutamente nada jamais está verdadeiramente parado, pois, no interior de cada átomo presente na matéria, os elétrons orbitam ao redor de seu núcleo, tanto quanto o planeta está girando sobre seu próprio eixo e ao redor do sol, e mesmo a galáxia está se movendo pelo cosmo. Nada está parado. E além disso, tudo está vibrando, numa constante emanação e liberação de energia. O que permite a existência do que, na Ordem Herdeiros de Trismegisto se chama de Sono Encantado, é o domínio perfeito do conceito que legitima essa Lei. Nossas células, desde seu nível mais superficial, estão em deterioração contínua, ao mesmo passo que o calor deixa nossos corpos, dissipando aos poucos a energia calórica que retiramos dos alimentos que ingerimos; tudo em nosso corpo vibrando numa frequência específica: a frequência da vida. O fato é que, no Sono Encantado, entra-se num estado de semi-morte, onde esta vibração passa para um estágio estacionário, sem movimentação, na qual toda a energia daquele corpo para de emanar e, portanto, não se move, preservando-se, isso dando-se porque este não mais está consumindo energia física, mas sim uma essencialmente espiritual, vibrando numa frequência além da percepção da matéria, efetivamente transcendendo-a. Além disso, a Lei da Vibração também abre a porta de acesso ao controle da energia em geral, possibilitando, por exemplo, a realização de um dos “truques” mais difundidos entre os alquimistas: a transmutação, que força uma mudança num fluxo energético, aumentando-o ou diminuindo-o a fim de gerar os resultados desejados.

4. Lei da Polaridade“Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados.": A mente, ao pensar, imaginar e desejar, libera uma energia residual que se dispersa e sobe para uma espécie um limbo coletivo (o primeiro degrau do Plano Astral), onde se conecta com energias semelhantes e forma uma “nevem” que aos poucos vai se tornando mais carregada, ganhando cada vez mais peso – e, na medida em que essa massa se torna pesada, pendendo para um lado, como numa gangorra, o lado oposto, que representa a energia contrária à desse complexo, também se sobressai, tentando igualar esse peso de forma a existir um equilíbrio energético. O que faz, no fim das contas, com que todos os extremos caminhem juntos, já que um extremo vai necessariamente atrair e trazer sua contraparte. Assim, egrégoras caóticas, que impulsionam ideias de guerra e conflito, sempre são seguidas por egrégoras de ordem, que estimulam a paz e união; egrégoras de destruição, ódio, sempre são seguidas por egrégoras que buscam a construção, a compaixão; egrégoras de retrocesso, atraso, sempre são acompanhadas de egrégoras que buscam o avanço, a evolução; numa eterna dualidade que está fadada a caminhar de mãos dadas. Essa Lei condensa o preceito de que nenhum extremo é bom, sendo o mais ideal permanecer num estado de equilíbrio. Equilíbrio sem o qual, inclusive, a existência da magia praticada pelos humanos não é possível.

5. Lei do Ritmo – “Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação.": Esta Lei nos diz que tudo que existe no mundo está preso num grande Ciclo de infinitas transformações, em estágios de criação, destruição e recriação, num aprimoramento exponencial que tende sempre à algum tipo de evolução – evento circular que inevitavelmente encontrará suas origens, tornando ao início, o que é metaforizado pelo seu maior símbolo, o do Ouroboros, sendo uma figura retratada como uma serpente engolindo sua própria cauda. A Lei do Ritmo está presente na formação do Universo (que sofreu com a Grande Expansão, dando origem a tudo, e que eventualmente sofrerá com a Grande Retração, que devolverá esse tudo ao nada, para que um novo ciclo se inicie), assim como em diversos níveis da existência, sendo, aliás, o que guia uma das maiores ferramentas universais de manutenção da vida, o chamado Ciclo da Transmigração, que faz com que nasçamos, vivamos nossas vidas nos desenvolvendo, morramos, e novamente nasçamos, na busca repetitiva de melhorar nem que seja um “tantinho” a condição humana geral, nos levando a passos microscópicos em direção à Suprema Iluminação – uma ruptura com o Ciclo cujo atingimento só possível graças ao Princípio da Neutralização, que funcionaria como uma válvula de escape e um dispositivo dessa Lei. O Ritmo, nesse sentido, é o que dita os vários ciclos da vida humana, principalmente os do conhecimento, e seria através desse aspecto universal que a Sagrada Arte poderia então ser aprendida e aprimorada.

6. Lei da Causa e Efeito – “Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei.": Este conceito trata da lógica do Destino e, em certo aspecto, até do próprio funcionamento do Tempo, afirmando que tudo que existe no “agora” é um produto do que existiu no “antes”, ou seja, cada átomo de elemento, cada célula de cada corpo, absolutamente tudo, está posicionado onde está devido à uma cadeia de acontecimentos que os guiou até aquele lugar, e sem as quais sua existência ali (ou em qualquer outro lugar daquela maneira) seria impossível. Numa explicação crua, “tudo o que acontece, só pode acontecer de uma maneira”, pois, mesmo que durante seu processo de produção/criação haja diversas probabilidades de que aquilo aconteça/seja de uma determinada forma, o fato de que aconteceu/é daquela maneira específica legitima a afirmação de que, desde o início, a probabilidade de que aquilo acontecesse/fosse era de 100%, já que aconteceu/é assim. Para experimentar esta teoria, podemos olhar para nós mesmos: O ser humano que somos hoje só pôde nascer de um único espermatozoide (entre milhões de outros que o organismo de nosso pai criou durante sua vida), ao se unir a um óvulo (entre as centenas de outros que a mulher pode produzir, vários dos quais que, sem serem inseminados, foram descartados mensalmente até então) para a formação de um embrião, no ventre de nossa mãe, que esteve à mercê de todo tipo de catástrofe e acidentes que poderiam facilmente colocar um fim à gestação; e aí nascemos, passando por um processo extremamente traumático, onde tudo simplesmente poderia ter dado errado, fazendo que não chegássemos sequer ao final de nosso primeiro dia na Terra; e então crescemos, a cada segundo igualmente sujeitos à todo tipo de situação que potencialmente tiraria nossa vida, mas, quase milagrosamente, apesar de todas as probabilidades contrárias, conseguimos chegar até este momento específico, e estamos aqui, no “agora”. É claro que, para nossa consciência limitada, nos é impossível calcular cada fator que contribuiu para que nós fôssemos o que somos; o processo da nossa fecundação acima descrito, por exemplo, para determinar nossa ascendência, precisaria ser feito à toda nossa árvore genealógica direta, retrocedendo até os primeiros seres humanos aos quais descendemos, e depois, para os seres dos quais evoluímos, e, ao chegarmos às primeiras formas de vida que deram origem a esse caminho, teríamos de ir ainda além, conseguindo determinar de onde vieram os elementos que formaram a matéria destes primeiros seres vivos, e eventualmente precisaríamos descobrir de onde vieram e que fatores contribuíram na criação destes elementos, e assim infinitamente... O fato é que todos os fatores do “antes” se alinharam numa sequência que levou, inevitavelmente, à tudo como o é “agora” – independentemente se este processo seja ou não visualizável. Em relação à prática mágica, essa Lei ensina que é preciso conhecer adequadamente o processo de causa e efeito para que se aja, ou seja, se intervenha por meio de um feitiço, no momento mais propício, utilizando o próprio fluxo dos acontecimentos ao seu favor, maximizando assim os efeitos desejados com essa intervenção; além da necessidade de se conhecer os (possíveis) efeitos que um determinado fato pode desencadear, prevenindo que o “tiro não saia pela culatra”, como por exemplo tentar realizar a performance de um conjuro que sugará toda a sua energia vital, ocasionando sua morte.

7. Lei do Gênero – “O Gênero está em tudo: tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, o gênero se manifesta em todos os planos de criação.”: As energias do Feminino e do Masculino estão ambas presentes em todos os seres vivos, em alguns indivíduos manifestando-se mais intensamente uma ou predominando a outra. O Gênero, do ponto de vista espiritual, visto como uma das forças corporais (Kundalini) e expressado pelo ato sexual, é um componente importante para a alma, que depende igualmente de suas duas polaridades, ou seja, tanto da energia do Masculino quanto a do Feminino – e seria justamente a partir destas duas contrapartes que se expressaria um dos maiores atos divinos, a Criação de uma outra vida. A ideia oculta do livro Kama Sutra, em certo aspecto, que notoriamente afirmava que, o indivíduo que tivesse dominado à perfeição todas suas posições encontraria a “imortalidade”, sempre foi a de encontrar o equilíbrio máximo entre estas energias físicas, a partir das quais se atingiria o cerne do espírito, e portanto transcenderia a matéria. Ao passo que a Lei da Polaridade enuncia que um fato sempre aviva sua parte oposta, a Lei do Gênero argumenta que o progresso real vem da interação entre estas duas metades, tal qual os dois córtex cerebrais (um mais “científico” e o outro mais “artístico”) precisam coexistir e encontrar harmonia para que seu todo torne-se fértil à criatividade e ao alcance da religião, ou da Iluminação. Igualmente, o praticante da Arte Sagrada só será bem-sucedido em sua caminhada pelos ensejos da magia quando for capaz de alinhar suas energias, as do Gênero e as de seus Chakras interiores, a performance de qualquer feitiço ou conjuro só sendo possível ao estar em equilíbrio com estas energias. O maior símbolo da Ordem Herdeiros de Trismegisto é a Tocha-Caduceu exatamente como um lembrete da importância do conceito que esta Lei representa para trilhar-se os passos do Mestre dos Mestres.

Os diversos graus de conhecimento, habilidade e poderes mágicos são o que determinam o atingimento bem-sucedido de certos tipos de feitiços, encantamentos, sortilégios e conjuros. De acordo com estes graus, a Sagrada Arte se apresentaria com limitações de superação gradual, através do aprendizado e da prática. Num certo sentido, os iniciados seriam capazes de realizar apenas uma quantidade muito pequena de feitiços simples, que não requerem em geral um grande nível mágico para serem alcançados. Já um praticante mais experiente, teria acesso a “habilidades” consideravelmente mais avançadas, tendo provavelmente despertado algum Dom mágico latente, ou desenvolvendo-o. Este segundo estágio abriria então um amplo campo, onde encontrar-se-iam, por exemplo, a Telepatia, Clarividência, Telecinese, Hipnose, Levitação, além de diversas outras habilidades mágicas. Num nível mais elevado, a transmutação de elementos seria possível, como uma evolução Cinética. E no nível mais refinado e extremamente mais complexo, estariam a Precipitação Material (materialização de objetos físicos a partir de ideias existentes no Plano Mental), a Materialização Espacial (o nível máximo da habilidade de segundo grau da Bilocação, sendo o perfeito Teletransporte) e, entre outros poderes, a Terceira Visão, capaz de deslindar todos os Planos por trás do Véu, revelando a presença de Seres Etéreos e a visão das auras.

Em meio a todas as habilidades e poderes mágicos possíveis aos humanos, há certas “tentações” que se insinuam, cujo alcance para alguns constituiu-se como objetivo de vida, sendo os principais a Ressurreição dos Mortos e a Alteração do Fluxo Temporal, que por definição quebrariam com o Equilíbrio Universal, sendo, portanto, práticas proibidas e impossíveis ao Gênero Humano.