Conto
Cíclico

Do resquício da história, uma descoberta que envolve ciência e uma força divina que se sente na pele. Na cidade de Amanaram, oásis de tecnologia, acontece uma narrativa de Deuses, genética e esperança. O que se esconde por trás da Chuva que transforma a todos daquela cidade?

Leia o primeiro conto de Uni duni tê

Marco Cortez
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Conquistas Literárias

Pois cada história e seu autor possuem características que os tornam únicos aos olhos de cada leitor.

Confira
Abreviada
Entre portas e histórias

O tempo passa e os construtos em nossas mentes começam a se degradar tornando o processo de resgatar cada memória muito mais complexo e difícil, entramos em um labirinto a procura das portas corretas onde estão armazenadas nossas histórias. Com o chegar da velhice, você deve se fazer uma única pergunta: Por qual porta devo entrar?

Bilbbo
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Antologia
Sombras de Galway

O cinzento e pacato condado de Galway nunca mais seria o mesmo após uma garota ser assassinada e crucificada. Um segredo antigo vive nas sombras que cercam o destino de 5 homens.

Contador de Histórias
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Mini Contos

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Terror
A Espera
mini conto
I.

- Que frio, não acha?

- Não.

- Só queria conversar. Essa parada é escura, estou com medo de ficar sozinha depois que seu ônibus chegar.

- Desculpe, estou de mau humor com a espera do ônibus.

II.

- Faz tempo que espera?

- Não lembro, o seu atrasou?

- Não sei... Você tem horas?

- Que horas é o seu ônibus?

- Não sei.

- Então ajuda saber as horas?

III.

- Tem razão. Qual você está esperando?

- Qualquer um.

- Qualquer um?

- Não sei onde ir. Para quem não sabe, qualquer um serve.

- Também não sei qual pegar.

- Já nos vimos?

IV.

- Talvez, por isso não tive medo de puxar assunto. Aqui me dá calafrios.

- Também não gosto.

- Sabe, não sou medrosa, mas ouvi dizer que quando alguém morre fica em um looping, revivendo a mesma cena, até estar pronto para seguir. Só de pensar em fantasmas fico congelada.

V.

- ...

- Que frio, não acha?

Terror
Lambuza
mini conto
I.

A boneca veio embrulhada em um lindo laço cor de rosa. Vivi mal podia acreditar: parecia um bebê de verdade, com olhos azuis famintos e bochechas manchadas de comida, acompanhada de um pratinho e colher plástico.

Júlia, como dizia o nome na caixa, foi o melhor presente de aniversário de todos e Vivi dormiu abraçada com ela naquela noite.

II.

Durante a madrugada, no entanto, a menina acordou com um barulho. O travesseiro ao seu lado estava vazio e a porta do quarto aberta. Havia uma pequena sombra embaixo de sua cama.

-Mãe? Pai? - perguntou baixinho.

Não houve uma resposta. Apenas uma risadinha atrás de si.

III.

Movida pelo susto, Vivi tomou impulso e se levantou, dando de cara com um corredor mal iluminado. Algo parecia lhe espreitar das trevas, pronto para agarrar seu tornozelo.

Ela soltou um grito e começou a correr, sentindo um vento frio na nuca no exato momento em que alcançou a segurança do quarto dos pais e trancou a porta.

IV.

Respirou aliviada.

Quando se virou, no entanto, se deparou com os corpos dos pais estraçalhados na cama.

Partes haviam sido arrancadas e mordidas e, sentada no meio deles, estava Júlia. Com o rosto lambuzado de sangue.

V.
Suspense
Acidentes
mini conto
I.

Quando eu ainda era um garotinho, desejei muito ter um bichinho de estimação, e que fosse só meu.     Minha mãe, como qualquer mãe, me advertiu sobre a responsabilidade e permitiu que eu tivesse. Ela sabia que eu cuidaria muito bem dele.

II.

Meu irmão, parecia não se importar com o fato de ter um animalzinho em casa, mas sempre que ele ficava a sós com meu bichinho, um "acidente" acontecia. Minha mãe, para evitar um confronto direto, me presenteava com outro. Quantos peixinhos, passarinhos e hamsters eu tive! E todos eles "acidentados".

III.

Então, veio meu primeiro cachorrinho;   o vira-lata mais esperto do mundo. Minha mãe sabia o quanto eu queria.  E eu sabia que não demoraria muito, e meu irmão ficaria sozinho com ele.

Decidi então ser prático: meu irmão sofreu um "acidente". Ele se foi, e meu cachorrinho ficou.

IV.

Vivi muito feliz com ele! E posso dizer que minha mãe também. Bom, ela nunca me disse o contrário, e nem ousou.

V.
Sci-Fi
Urbanos
mini conto
I.

Em dias de tempestade, raios e trovões, um grupo estranho pega seu barco e navega silencioso pelos esgotos mal cheirosos.

Chegam aos canais, alcançam as valas e ganham as ruas. Com o auxílio da noite, camuflados por suas enormes capas, diluem-se em meio a tantos rostos estranhos que enfrentam o mau tempo.

II.

Ninguém se olha. Ninguém percebe os olhos amarelos. Pobres humanos, nem deram conta do que os atingiu.

Arrastados para os bueiros são devorados nas obscuras galerias de um metrô abandonado. Seus gritos são abafados pelo barulho ensurdecedor da passagem do trem sobre os trilhos.

III.

Assim os homens crocodilo alvejam os incautos pelas ruas desertas e limpam os rastros com seus enormes rabos esverdeados.

IV.

Na próxima tormenta fiquem espertos. Não saiam sozinhos. Desconfiem dos enormes sobretudos.

V.
Romance
Sonhadora
mini conto
I.

Emilly cresceu ouvindo contos de fadas, ainda morava com os pais, fazia só tarefas domésticas, se preparando para um príncipe.

Ensaiava seu casamento e usava sempre longos vestidos.

II.

Um dia finalmente conheceu Vitor, que também procurava um relacionamento sério, pelo menos um sério, porque queria continuar com outros mais divertidos.

Daí ela finalmente percebeu que ninguém viria salvá-la!

III.

Ela precisava sair do “castelo”, matar seus próprios monstros, parar de depender de beijos e príncipes encantados, tirar aqueles vestidos “bregas” e mostrar que ela era dona de todo poder que buscava nos outros.

IV.

Hoje mora em um trailer turístico e ganha dinheiro levando pessoas a conhecerem lugares que inspiraram castelos de princesas. Conheceu Paulo e vivem cada dia como se fosse o último.

V.
Sci-Fi
Q.I.
mini conto
I.

– 118!

– Isso é fichinha, contramestre! Este barco tem QI acima de 130.

– E tu, marujo, qual o teu QI?

– Não quero te dizer o meu.
O moço de convés tinha vergonha do QI abaixo da média.

II.

O navio E=MC2 era o primeiro barco comandado pelo aprendizado profundo das máquinas.

O moço do convés ficava intrigado. E se aquele monstro que se movia a 50 nós por hora tivesse algum devaneio cibernético?

III.

Ao limpar os instrumentos, notou uma silhueta na tela. Parecia ser um grande navio se aproximando.

Indiferente, o E=MC2 seguia seu rumo.
O marujo pensou: “Isto não deve estar correto!”

IV.

Temendo o pior, relatou sua desconfiança ao comandante.

O experiente navegador pegou seu binóculo. Logo adiante uma nau se aproximava rapidamente.

Era outro navio inteligente.
A rebelião das máquinas começou pelo mar.

V.

Romance

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