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Amor?
Suspense

I.

Odeio chuvas de verão.
Em um momento está tudo claro e do nada, ela vem, em toda sua glória. A chuva me pegou pouco antes de chegar em casa. Entro, tiro os óculos e a roupa molhada e vou pro banheiro. Só depois me dou conta de que esqueci o shampoo no guarda-roupa. Droga.

II.

Ouço a porta abrindo, meu amor chegou, que bom.
— Amor? Pode pegar meu shampoo pra mim? Tá lá no guarda-roupa.
Ele não responde, deve estar estressado hoje, mas escuto a porta do guarda-roupa abrindo e em seguida a silhueta de sua mão deixando o shampoo no box.

III.

— Obrigado querido.
Terminando de me enxugar. Ouço a porta de casa abrindo novamente. Ponho os óculos e saio do banheiro.
— Oi amor. Vai sair de novo?

IV.

— O que quer dizer, meu bem? Acabei de chegar.
— Se você acabou de chegar... Então quem me entregou o meu shampoo?

V.

Fábrica
Drama

I.

- Perdemos mais um. Na mineração.

- O quê?

- Perdemos mais um. Na fundição.

- Porra! na fundição ou na mineração?

II.

- Fundição e mineração... só um minuto...e mais quatro na explosão de uma caldeira. Acabou de acontecer.

- Merda! Esses putos querem acabar com minha empresa! com minha família! com o meu dinheiro! estão morrendo aos montes! isso é um absurdo! que gente incompetente! não duram mais que três meses! sempre morrendo!

III.

- O senhor deveria investir em robôs. São indestrutíveis...

- Você sabe quanto custa um robô? um absurdo! absurdo!

IV.

- Prefiro aproveitar o fato dos robôs terem acabado com direitos trabalhistas, trabalham por migalhas, não geram custo...

- Quantos morreram esse mês?

- Nessa unidade, 70.

V.

- Peça outra carga de imigrantes. 
E seja breve. Tempo é dinheiro.

O Relógio
Terror

I.

Tenho sempre o mesmo sonho. Nele caminho para a frente do meu grande relógio de madeira, que fica em minha sala de estar, próximo a entrada. Paro, descalça, em frente a ele, e fico observando os ponteiros. Eles sempre estão marcando 1 da manhã.

II.

Veja, o curioso deste sonho é que não consigo mover minha cabeça para longe do relógio e nem mesmo o olhar para longe dos ponteiros, que ao longo de todo o sonho, continuam marcando o mesmo horário.

III.

Desperto apenas quando sinto algo passando pela minha nuca, algo úmido, com textura estranha. Não consigo olhar para trás para testemunhar quem (ou o quê) está atrás de mim, mas tenho certeza de que hoje, quando acordei, minha nuca estava com marcas de ventosas e totalmente ensopada de água do mar.

IV.

V.

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