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I.

Era o verão mais quente dos últimos anos, o calor extenuante deixava o clima de combate ainda mais tenso.

Só alguns de nós haviam sobrevivido até ali. Já estava cansado, deveria ter corrido quilômetros desde o início, mas a adrenalina me mantinha em pé.

II.

Tive um golpe de sorte peguei um deles desprevenido. Um tiro certeiro pelas costas. O ar de seus pulmões saiu pela boca, como a alma fugindo do corpo.

Quando escutei um grito. Carlos havia caído, era um dos nossos melhores, não poderia deixar ele ser morto. Pelo canto do olho vi quando o inimigo avistou ele.

III.

Mesmo sem forças corri e saltei me tornando o alvo. Antes de cair no chão senti o forte impacto na barriga.

Um sinal estridente fez todos pararem, e a voz comandou a todos.

- Pessoal, a aula acabou, amanhã terminamos a queimada.

IV.

V.

Rato
Sci-Fi

I.

H era um bom humano. Trazia comida, era obediente e ficava no melhor lugar da cidade: em frente ao LABX. Aos transeuntes, falava:

- Só meu amigão fala comigo! Né, amigão? – e dá-lhe cafuné.

II.

Rancor era um cão normal quando chegou ao LABX. Foi só depois de anos sendo picado, cortado e remontado que aconteceu: ele começou a pensar.

Nesse tempo todo, Dr. Vix conduzindo a tortura. Rancor reconheceria seu fedor em qualquer lugar.

III.

Rancor fugiu e Dr. Vix percebeu que seus testes funcionaram e que uma arma letal em forma de cão estava à solta pela cidade. E Rancor começou sua vingança.

Como sempre, seguiu-o ao sair do prédio. Dr. Vix virou-se. Rancor ficou invisível e rosnou. Adorou o pânico no olhar do doutor. Um dia, ia mata-lo.

IV.

Mas antes, brincar.

- E aí amigão, pegou o rato?

- Quase, H. Vamos comer?

V.

Hipersônica
Sci-Fi

I.

Rancor estava nervoso. Ele corria pela movimentada avenida enquanto o sol refletia em seu pelo alaranjado.  

O foco estava todo na busca de seu amor.

II.

Seus rosnados não haviam sido efetivos como ele esperava, e agora, enquanto sua desengonçada língua rosa tremulava fora de sua boca, ele se perguntava por que raios sua intimidação nunca obtinha um resultado que não os irritantes e tediosos sorrisos fofos.

III.

Seja lá o que fosse, não importava agora, ele estava a centímetros dela.  

Logo sua deslumbrante bolinha de borracha hipersônica estaria em sua mandíbula.

IV.

V.

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